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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]
Ainda pensando em Adelaide Carraro, autora do livro “Eu e o Governador”, lançado em 1963, (um ano antes da revolução que nunca existiu), cujo personagem nunca foi nomeado pela... Continuar Lendo
Fui bater em Ingá, para rever a Pedra, trinta anos depois. Dessa vez, a estrada me pareceu longe – a última vez que fomos lá, foi com o cineasta... Continuar Lendo
Cada um, uns, outros não, talvez, tenham o dever ou não de insistentemente provar seu talento, e tornando, assim, sua capacidade vulnerável, tropeços e falhas, porque o tempo é... Continuar Lendo
Não há colo, nem cruz. E não chame mais urubu de meu louro, porque não cola. Não é que a gente tenha deixado de existir, nada disso, é que... Continuar Lendo
Botei meus olhos, acho que pela última vez, no ´Trópico de Câncer´ de Henry Miller, quem sabe eu encontre no Centro Histórico de João Pessoa, o cenário do romance de... Continuar Lendo
O presidente Lula em visita à fábrica da Caoa em Anápolis (Goiás), gerou repercussão ao comentar, em tom de brincadeira, que na China não deve haver o “problema” de... Continuar Lendo
Tudo pode quando temos vontade e estímulo, mas é difícil sermos aquilo que não somos. Os outros, são os outros. E ainda que lhes fosse indiferente e são, que... Continuar Lendo
Sem exaltação, o jornalista Nonato Guedes é o registro de agudeza de espírito, de um homem de uma aprendizagem feita para se multiplicar, permitindo-se que todos aprendam, pois, não... Continuar Lendo
Das profundezas ou anjo, estrelas cadentes flertam comigo. Eu sou um derivado do sol e seu êxito, um mulato numa mudança no gosto do desgosto, e quando posso, desestruturo... Continuar Lendo
Não sei o que escrever. Lembrei da minha noiva, da casa dela, ambiente rico, rural, festivo, e eu acabei minutinhos antes de pular a fogueira. Hoje deve ser uma... Continuar Lendo
Vez em quando eu mando uma pessoa para o ´inferno da pedra´, expressão que minha mãe dizia e eu achava engraçado, sem saber que intuito tinha, e onde ficava... Continuar Lendo
Eu vejo os cachos de acácias pendurados como frutos na Praça João Pessoa – são lindos, misturados a um novo continente de garotas que topam tudo por dinheiro –... Continuar Lendo
Perdoem-me se eu, como cronista, não consigo nunca ser um escritor. Aquele velho desejo afundado pela infelicidade abrandada e ansiosa. Não sei escrever livros. Geralmente sinto-me mais um chato,... Continuar Lendo
Eu não canto mais no banheiro. Aliás, nunca cantei. Gosto de cantar nas caminhadas, às vezes no centro da cidade, mas canto baixinho, já tem louco demais nas ruas.... Continuar Lendo
Agora que todas as classes estão fedendo, nesse “mermo” tempo que nos aprisiona aos escândalos e o biquinho calado, de bandeja chacoalha a podridão, sem uma cor purpura a nos salvar, um... Continuar Lendo