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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]
Prolixos todos nós ou desnecessários, que atrasamos a chegada ao assunto principal. Desventuras inúmeras que desmentem os ensinamentos de Pangloss, que eu sei o nome do primeiro mestre, para quem todos vivam... Continuar Lendo
O certo é que já ninguém acredita em mais nada. No entanto, existimos. Numa cena plácida, muita gente não gosta de poesia; outros, têm esse hábito de acordar... Continuar Lendo
Numa língua desejada, quando nós, por uma vez que fosse, gostaríamos de apontar para uma rosa, jamais uma pistola – a rosa que dança em torno do seu caule,... Continuar Lendo
Sete horas da manhã chego ao centro da cidade. Fui ensinado a não ter ouvidos para o que não fizesse sentido. Por exemplo: Internet, é o lugar onde as... Continuar Lendo
Uma diária, uma noite, e eu ali viajando em esquinas mais agitadas, como se eu fosse jovem e quisesse voltar à Rua das Ninfas, no cruzamento da Rua Conde... Continuar Lendo
A cozinheira gritou de lá – “avisem ao Sr. Rubi, que hoje não tem ovo ” –o Rubi nesse caso eu, mesmo sendo o rubi uma gema preciosa de... Continuar Lendo
Há uma ligeireza da leitura das conversas seja pelo celular, ouvidos e penicos, que é uma condição para dizer não, sem sequer aceitar, o que traz desde logo o... Continuar Lendo
De uma postagem de Nelson Motta veio a indicação do livro ´João Gilberto a insurreição bossa-nova: outros lados da história´ (selo L&M Editores), do jornalista Tarik de Sousa, 444... Continuar Lendo
Creatina e êxtase, treinos pesados, adoro pernas, jogo de cintura e outros signos que deixam de ser proibitivos, entre 4 paredes. Minha prima Helô Pinheiro na passarela do Fashion... Continuar Lendo
Sem rombudos clichês no invólucro mágico das boas vindas, eu gosto muito de Fernando Leal, pela presença no cenário do tempo que é o senhor da canção: “Manhã tão,... Continuar Lendo
No final do espetáculo´Três Mulheres Altas´(do dramaturgo norte-americano Edward Albee 1928–2016), no Teatro Paulo Pontes, aatriz Ana Rosa, que faz o papel da idosa, vem para perto do público e diz... Continuar Lendo
Ainda pensando em Adelaide Carraro, autora do livro “Eu e o Governador”, lançado em 1963, (um ano antes da revolução que nunca existiu), cujo personagem nunca foi nomeado pela... Continuar Lendo
Fui bater em Ingá, para rever a Pedra, trinta anos depois. Dessa vez, a estrada me pareceu longe – a última vez que fomos lá, foi com o cineasta... Continuar Lendo
Cada um, uns, outros não, talvez, tenham o dever ou não de insistentemente provar seu talento, e tornando, assim, sua capacidade vulnerável, tropeços e falhas, porque o tempo é... Continuar Lendo
Não há colo, nem cruz. E não chame mais urubu de meu louro, porque não cola. Não é que a gente tenha deixado de existir, nada disso, é que... Continuar Lendo