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O carnaval das Leopodinas que aconteceu na casa de festa Popótamus, na beach de Manaira, tendo como destaque as colombinas Teresa Madalena e Suely Feitosa, foi o maior “su”, como dizia o colunista Jô Albuquerque, em sua disputada coluna social, nos anos 90. Só faltou Messina Palmeira Imperial que está em no Cabo da Roca
Marcado pelo brilho das muchachas, a festa foi postada nas redes sociais. Ali pertinho, no Hotel de Domitília, um cara bateu as bodas ao tomar detefon, mas a patroa jura que foi baygon. É bom também, né?
As colombi(nadas) ventanas anunciaram a chegada do Pierô Marconi Dali, o bambam do momento e definiram um padrão de divertimento do ser e no ser. Marconi é o Tao, ele arrasa, é ator, pianista, e adora a muchacha Bobô.
Durante a festa elegeram a mais fofa do ano, eleita pelo zooom, a queridíssima Luzenyra, representante das mujeres elegantes. Show de bola, como diz o colunista Abel
Aliás, a aparição de Luzenyra causou fisson ao desembarcar na praia de Manaira, direto da disneylândia, onde esteve com Trump e Cia, em busca de los interesses globais. Foi massa, tri-legal e que tudo mais vá pro inferno.
Luminoso o estandarte 2026 “Botelha para fora” no auge dos assuntos sociais e geopoliticos: o quer dizer, e como dizê-lo, virou A Razão de Sartre pelo avesso, rumo ao high society movie. Deu a bexiga!
As imagens na Internet viralizaram rapidamente – saca, saca, saca, sacarolha. Caramba! Foi demais.
Nada de guitarra elétrica introduzida no folk mundial lanche, sequer nas “cadeiras elétricas da baiana, sentença que o turista cheire” Beradero, eu? E que não fiquem furiosos os fãs e turistas, no adeus “Messina ao Vivo”, que eu já fui embora.
O objetivo carnavalesco foi mostrar a potência da gênese a todo planeta e romaria.
Pena que não chamaram o cover de Helena Blavatsky, nem a escritora que usa os colares de Agatha Christie, mas a curtição foi bater no Rio Sanhauá, o cânone das muriçocas e maroins, com o chegada do Pagode da Vavá.
Figura rara como o Garoto Bombril chegou no fim da festa fantasiado de Che Guevara – lembram dele (?) o ator que ficou famoso como o “Garoto Bombril” nas publicidades da marca, a partir de 1978, Carlos Moreno? São muitas utilidades, né?
Rudo não passou de uma obra de fricção límbica, até que veio o “Olá, tudo bem?” na voz do Além, do autor de bordão, o jornalista Paulo Henrique Amorim felecido em 2019, de morte matada ou morrida.
Pularam carnaval até a alma sair pela sola do pé. Até!
Kapetadas
1 – Fracasse cedo: dá tempo de se acostumar.
2 – O mundo é feito de gente que ri do que secretamente gostaria de fazer
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