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Francisco Leite Duarte é advogado tributarista, auditor-fiscal da Receita Federal (aposentado), professor de Direito Tributário e Administrativo na Universidade Estadual da Paraíba, doutor em direitos humanos e desenvolvimento. Na Literatura, publicou os romances “A vovó é louca” e “O Pequeno Davi”, uma coletânea de contos chamada “Crimes de agosto”, um livro de memórias (“Os longos olhos da espera”), e dois livros de crônicas.
Hoje, eu queria falar sobre algo bem simples, uma pétala talvez, apenas uma pétala de rosa em um dia de aniversário de alguma menininha. Todos sabem que as... Continuar Lendo
A sábia natureza deu aos viventes algo imprescindível: um lugar de espanto, escondido, submundo, dizem os hipócritas; jardim de delícias, dizem outros. Eu, cá com o meu na mão,... Continuar Lendo
O voo quântico das galinhas Hoje, chego em atraso. Perdoo-me. Perdoem-me. Foi o tempo que correu além de mim, comendo minha paz. Ora, ora, todos sabem que o tempo... Continuar Lendo
Um pastor evangélico, reconhecidamente um extremista da direita, usou as redes sociais para fazer o que mais se coaduna com seu caráter: engabelar as pessoas sem instrução, de capacidade... Continuar Lendo
Não tenho a expertise para discutir essas coisas da Filosofia ou da Religião. No entanto, porque sou parte interessada, caiu-me à cabeça certas preocupações e indagações, mesmo que, para... Continuar Lendo
Ontem, eu estava ajudando Zoey na tarefa escolar. Encontros vocálicos. Ai, ai, ai! Como é bom ver as crianças aprenderem a ler. Encantamento, porque o domínio da linguagem formará... Continuar Lendo
Hoje, em termos acadêmicos, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) é meu tudo. Forte, aguerrida, comprometida com sua missão, mas também rodeada de carências por todos os lados. A... Continuar Lendo
Ter quinze anos nos dias atuais é um grande problema, mas ainda assim vale a pena. Como não, se aos quinze anos a gente descobre que ainda tateia o... Continuar Lendo
Hoje, eu queria escrever sobre Passinha. As criaturas que a divindade cria apenas se diluem por aí cantando suas loas, mostrando ao universo como ocuparam o tempo para povoar... Continuar Lendo
Hoje, eu queria escrever sobre quiabos e maxixes. Cozidos no feijão verde, ao meio dia de um domingo nublado. Com a família. Uma cachacinha também cairia bem. E uma... Continuar Lendo
Hoje, não sei, mas nos anos setenta não havia bibliotecas em Uiraúna. Se havia, não lembro. No entanto, em 1976, descobri, no bairro Cristo Redentor, um museu, algo... Continuar Lendo
Todos os dias, o (a) escritor(a) escreve. Às vezes, até em sonhos, rabiscando garatujas maquiadas ou afoitas de realidade em ficção. O(a) Escritor(a) é um bicho sem pé... Continuar Lendo
Todos sabem que, pela importação de mercadorias sensíveis, a vovó acabou metida no xilindró, em João Pessoa. Mas a vovó não é como esses bichos mequetrefes que ficam... Continuar Lendo
De cabrito, a bode pai de chiqueiro O sábado imperava silencioso. Na calçada da bodega de seu Né, gritos estridentes expunham os gladiadores em torno de uma bola de... Continuar Lendo
Se a gente ainda se emociona, há vida. Pois, o Francisco Carvalho Xavier, com esse depoimento sobre o nosso livro “A vovó é louca”, deixou-me todo ancho, cheio de... Continuar Lendo