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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira  no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]

O lado bom dos pesadelos

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publicado em 16/05/2026 ás 07h00
atualizado em 15/05/2026 ás 20h47

Estava pensando no vilão, que é sempre mais interessante que o herói, este, não tem tempo para correr e motivos não faltam, talvez o mais evidente seja a capacidade do vilão revelar o lado mais podre do ser humano.

O vilão viaja nos pensamentos e atitudes que chutam as noções de correção para escanteio ou, simplesmente, pelo uso indiscriminado da maldade. Eu fico besta.

Em todo canto tem um vilão e poucos heróis Por alguns momentos, mas tem – porque o herói sempre vence no final – o vilão domina a história usando (perdão pela redundância)

Pedir perdão não cola, toda a vilania e todos nós soltamos contidos risos atávicos de satisfação, que deveriam ter ficado em alguma encruzilhada da evolução da espécie.

A felicidade vai até onde o poder do pensamento chega, palavras do Senhor Aristóteles – graças a Deus.

O que me motiva a entrar neste gancho da felicidade, é a capacidade de transcender, antes do fim, como bem fez João Ubaldo Ribeiro, que viveu a vida a lhe sorrir, mas a vida é deliciosamente perigosa.

O extraordinário lembra a peleja. A pistola se espalhou e o latim não lembra nada.

Ontem mesmo ouvi. Mas não acreditei. Pensei: deliro. E deixei pra lá. Hoje, no entanto, a notícia me espanta: não foi nota máxima, foi o que tinha de ser

Abro parêntese para quem chegou de Vênus há dois minutos e ainda não teve tempo de se inteirar sobre o grupo de hipocondríacos. (Isso depois de já ter feito duas ou três defesas estupendas sobre os tapados) São tantos.

Apertem os cipós, Tarzan vem ai para comandar as eleições para presidente de uma legião de personas non gratas

Kapetadas

1 – Eu que o Vaticano criou o seu banco porque percebeu que a humanidade teme mais as dívidas do que o inferno. Mas acho que isso não funciona no Brazil.

2 – Até o homem que se diz livre ainda pede benção ao aplauso.

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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