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Eles estão com tudo. Visitando a belíssima Barra de Mamanguape, avistei luzes no céu na travessia do rio a pé, em plena luz do dia. Mas o que me alegra e assusta é a quantidade enorme de avistamentos de naves, luzes, discos voadores, objetos que agora podem ser chamados de identificáveis em todo planeta.
Há mais mistérios na Paraíba do que imagina a nossa vã filosofia.
O litoral norte da Paraíba, incluindo a região de Lucena e Baía da Traição, tem um histórico riquíssimo de relatos de pescadores sobre “aparelhos” que entram no mar.
A ideia de que não estamos sozinhos no universo é um dos maiores questionamentos da humanidade e mexe profundamente com a nossa curiosidade e imaginação.
De fato, o volume de relatos — desde avistamentos de luzes no céu até depoimentos de pilotos militares e civis — é colossal. O cenário mudou muito nos últimos anos, saindo do campo da “ficção científica” para se tornar um tema de estudo sério e governamental.
A transição do termo OVNI (Objeto Voador Não Identificado) para FANI (Fenômenos Anômalos Não Identificados) não foi apenas semântica. Ela serviu para tirar o estigma e permitir que estudiosos e membros da defesa falem sobre o assunto sem medo do ridículo.
Por mais que a inteligência artificial ganhe campo no mundo digital, não podemos deixar de lado depoimento de pessoas sérias que relatam esse estonteante encontro que mais parece um roteiro de filme de ficção científica.
Nos últimos anos, o governo dos EUA e outros países têm sido mais abertos sobre vídeos de objetos não identificados capturados por radares militares. Para muitos, isso é o sinal de que eles já “chegaram” e estamos apenas em um processo de revelação gradual.
Voltando ao meu caso, após a retirada de 3kg de plástico da orla, fui voltando pelo rio, por dentro dele, margeando até que certo ponto ele serviu de espelho para as luzes esquisitas bailando no céu.
Apenas sorri, nada fiz, não filmei nem fotografei o lixo nem as luzes, deixei-me curtir o cenário fantástico do momento.
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BOLETIM DA REDAÇÃO - 15/01/2026