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O vice-presidente da CPI comunicou que a Mesa Diretora solicitou à Polícia do Senado que conduza Marconny Faria para depoimento à CPI. Caso ele não seja localizado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que pedirá sua prisão preventiva. A partir daí, ele pode ser considerado foragido, com a possibilidade de que a Interpol seja acionada para proceder à prisão, caso não mais esteja no Brasil
O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), pediu à ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), sua condução coercitiva. Se ela aceitar a solicitação, a CPI contará com reforço policial para obrigá-lo a falar.
“Como ele não compareceu até agora, acabamos de oficiar à Polícia do Senado para dar cumprimento à ação. Caso não seja localizado, eu requisitarei a determinação de que requisitado à justiça da primeira instância a sua prisão”, afirmou Randolfe, acrescentando que também vai pedir que a Interpol seja comunicada para evitar a fuga de Marconny do país.
Randolfe justificou a necessidade de ouvir o lobista. “O senhor Marconi não é o senhor de um lobby, é um senhor de todos os Lobbys. Ele tem relações não só que foram reveladas ontem com filho do presidente da República, como também com advogado do presidente”, disse Randolfe.
A defesa de Marconny apresentou um habeas corpus na noite de quarta-feira pedindo a suspensão do depoimento. A relatora, Cármen Lúcia, negou isso, mas permitiu que ele fique em silêncio para não produzir provas contra si. A CPI recorreu da decisão, argumentando que ele vai falar na condição de testemunha. Apenas como investigado é que poderia ficar em silêncio. E aproveitou para pedir a condução coercitiva.
MaisPB com informações do Jornal O Globo
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