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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]
Essa escrita organiza-se na construção de uma memória, a minha ou a memória meticulosa do tempo. Ficciona o tempo para obter matéria narrativa, portanto, trata-se apenas de uma carta... Continuar Lendo
Fui ler Rainer Maria Rilke, como a recordar alguma coisa. Lembrei: era uma terça-feira gorda. Aliás, nunca entendi o porquê de uma terça-feira gorda se todas são obsessas ou... Continuar Lendo
Praça João Pessoa – Pingo do meio dia. Acendia e apagava o isqueiro, com o cigarro na boca. Acendia e apagava o isqueiro continuamente. Cheguei perto, e indaguei: a... Continuar Lendo
Não seria (IM)possível (RE)começar tudo de novo. Não, talvez como quis Leila Diniz, bem melhor Jorge Ben Jor – “não, comigo não comigo nunca mais, as coisas agora vão... Continuar Lendo
Desde garoto que sou casado com os livros. O hábito vem de meu pai. A noção que Jorge Luís Borges (foto) tinha do paraíso era uma... Continuar Lendo
De repente, uma tropa, não mais que de repente, um sopro. A vida e os diálogos milagrosos, silenciosos, dos ciclistas. Encontrei-os na volta do Teatro Pedra Reino, na última quarta-feira. Homens... Continuar Lendo
A memória é uma coisa doida. Os desmiolados, nem se fala. Vão passando os anos e a gente esquecendo fisionomias, favores, afetos, cama & mesa. Quando morre uma pessoa, são... Continuar Lendo
Acostumado que estava com “Tubarão” (1975), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “E.T – O Extraterrestre” (1982)· “A Cor Púrpura” de 1998 (este, é o filme da minha vida)... Continuar Lendo
Bateu, valeu, doeu. Morreu. Andando pelos espelhos de Narciso, de sol a sol, esbarro numa semideusa na calçada da Academia Paraibana de Letras e logo me veio o assombro,... Continuar Lendo
Isso mesmo. Não se reparte. O que passou, já foi. Quando o presente se define como o ‘depois de’, há um vazio que anda de mãos dadas, e quando o... Continuar Lendo
Carícias são próprias da felicidade, carícias me enchem de saudade. Caricias nunca quis casar com Seu Aborrecido. Nunca. Caricias são coisas belas, que saltam e chegam à pele. Volto... Continuar Lendo
Na rede das coisas precisas, onde estou detido pelo tempo para o prazer da leitura, em mãos o livro “A Travessia de Walter Benjamin”, romance de Jay Parini, da editora Record.... Continuar Lendo
Na rede das coisas precisas, onde estou detido pelo tempo para o prazer da leitura, em mãos o livro “A Travessia de Walter Benjamin”, romance de Jay Parini, da editora Record.... Continuar Lendo
O que de melhor há numa amizade é dividir emoções e a(fé)tos. Quando vi as imagens de Germano Toscano e Teresa, o filho Rodrigo e a mulher Michelline... Continuar Lendo
(dedicado a desembargadora Fátima Bezerra) Eu não sou besta, “besta é tu, não viver esse mundo”. Não, essa ideia invoca a simbiose simbólica que se estabelece entre uma coisa... Continuar Lendo