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Ministro do Turismo diz que João Pessoa vai ‘mudar de patamar’ com Polo Cabo Branco

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publicado em 25/03/2026 ás 18h02
atualizado em 25/03/2026 ás 19h12
Foto: Rede Mais

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, projetou, nesta quarta-feira (25), que João Pessoa deve “mudar de patamar” com a construção e inauguração dos novos hotéis e resorts do Polo Turístico Cabo Branco. A declaração foi feita durante entrevista ao Programa Hora H, da Rádio POP FM 89,3 e Rede Mais Rádios.

“Na verdade, João Pessoa vai mudar o patamar. Porque quando a gente fala num polo turístico dessa magnitude, com parques temáticos, com hotéis boutiques, com resorts. É o primeiro resort [Tauá] do nosso estado. Então, vai aumentar o fluxo no nosso aeroporto, vai aumentar o fluxo nas nossas rodovias, vai aumentar o fluxo em todos os setores do turismo, na nossa gastronomia”, disse o Ministro.

Feliciano ressaltou que o novo Resort Tauá, inaugurado nesta quarta-feira, é o primeiro resort de grande porte do estado, com cerca de 600 apartamentos, além de outros equipamentos turísticos que devem ser inaugurados nos próximos anos.

“Nós corríamos, levávamos os hoteleiros para ver o terreno, não existia nada daquilo e a gente, graças a Deus, hoje poder celebrar esse empreendimento maravilhoso que é o Tauá, que já está chegando com 600 apartamentos”, comemorou.

“A cidade está se preparando para um novo momento. É importante que todo mundo enxergue esse movimento, que possa prestar um bom serviço, se qualificar, enfim, ter toda a cadeia do turismo preparada para esse novo momento que está se tendo, porque, enfim, é um investimento muito grande”, acrescentou Gustavo.

Articulação

Na entrevista, Feliciano elogiou a atuação do Governo do Estado na viabilização do projeto. Para ele, a condução do governador João Azevêdo (PSB) garantiu segurança jurídica e ajudou nas negociações com órgãos ambientais e institucionais.

“A determinação do próprio governador de fazer, capacidade técnica dele poder enxergar que a segurança jurídica era importante, de ter comprado a briga não só pela parte que o Governo do Estado faz, como a cessão do terreno, o subsídio, mas de ir lá negociar com o pessoal do Ministério Público, negociar com a parte ambiental, negociar, ou seja, o Estado teve um papel de protagonista nisso aí”, concluiu.

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