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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira  no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]

Tarde Demais para Esquecer

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publicado em 06/12/2025 ás 07h00
atualizado em 06/12/2025 ás 10h42

Fui. Não fui. Não vou. Morreu. Morfeu acabou com o sonho impossível, mas os sonhos mais lindos, sonhei. Outro dia assisti pela décima vez ‘An Affair to Remember’ o filme de Leo McCarey, 1957 – e eu nasci três anos depois.  Tarde demais Pra Esquecer ou um caso pra recordar? Esquecer é impossible

Eis que o ano acabou e já posso repetir feliz ano velho – depois eu tomo vergonha na cara e, finalmente, subo no tamborete e faço o meu discurso oculto do pagode amoroso que deu lugar à gargalhada e as lágrimas deram lugar à  uma história de amor contada por Rubem Fonseca. Adoro ele, Adoro você.

Putz que delírio!

De lá pra cá, me chama pra dar uma e dar 2. Aí eu fui embora de Pasargada expulso pelo pai do Bandeira, viajei pela Velha Zelândia, volto pro Sertão, meu porto alegre, me mudei pra outra cama, voltei  pra Tambaú e cá estou, sem uma boa  desculpa para voltar por onde andei e gostei.

O mais provável é que esse seja o último trem do Pagode do meu viver e que uns outros novos brotros lindos  nas calçadas de Salgado de São Felix. Não sei quando, mas acho que é o mais acertado ou arretado Paraiso  e eu um ser insano  que teve estreia quando ainda existia o Clube Astrea, no mundo dos Rolling Stone, logo eu que sempre não gostei dos Beatles e só comentava isso no escuro para o o mundo não me avacalhar. Fiquei Cara a Cara com a magnifica Fabiana Souto. Foi o que tinha de ser

E durante o sono um século para ver a repercussão dos delírio  até chegar a Fazenda dos Cavalos e perder a vontade de beijar na boca de Alice e suas maravilhas Meu objetivo principal sempre foi não dançar conforme a música e lá eu achei que era melhor falar sobre as minhas experiências pai filho espirito santo, algo que não combina com meu casaco de general.

Agora que estou de volta, pretendo retomar as escrituras passar pelo mar egeu, mas não podia fazer isso sem registrar, que começou exatamente nos anos dourados, com um post sobre o Amor.

Nada mais justo do  que não  terminar as coisas da mesma forma, noutra vibe, relacionado à maior outra banda da laranja e voltar porque ba volta ninguém se perde. Óia eu aqui de novo…

Kapetadas

1 – Melhor morrer de amor do que viver de boletos.

2 – O erro ortográfico é a sinceridade da palavra.

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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