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Paraíba tem o maior custo médio por metro quadrado para construção civil no Nordeste

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publicado em 11/07/2023 ás 14h58
atualizado em 11/07/2023 ás 15h00

A Paraíba apresentou, no mês de junho, o maior custo médio da construção civil por metro quadrado do Nordeste. Segundo o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta terça-feira (11), pelo IBGE, o estado saltou de R$ 1.612,62, em maio, para R$ 1.644,52, em junho.

O estudo aponta que a alta estadual foi impulsionada pelo custo com a mão de obra, que, após o estabelecimento de acordo coletivo, passou de R$ 600,66, em maio, para R$ 639,41, em junho.

Por outro lado, de um mês para o outro, a parcela de materiais caiu de R$ 1.011,96 para R$ 1.005,11, respectivamente, maior que a média da região, que é de R$ 1.591,72.

No ano, até o mês de junho, o índice do estado apresentou variação de 3,3%, acima das médias regional (2%) e nacional (1,6%). Já no acumulado de 12 meses, a alta, na Paraíba. foi de 5,9%, também superior às constatadas no cenáriogeral do país (4,8%) e da região (4,5%).

Balanço no Brasil 

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi de 0,39% em junho, subindo 0,03 ponto percentual em relação a maio (0,36%). O acumulado nos últimos doze meses foi de 4,82%, resultado bem abaixo dos 6,13% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O índice de junho de 2022 havia sido de 1,65%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em maio havia fechado em R$ 1.699,79, passou em junho para R$ 1.706,50, sendo R$ 1.001,63 relativos aos materiais e R$ 704,87 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de -0,28%, mantendo a tendência de queda observada no último mês e ficando 0,04 ponto percentual abaixo da taxa de maio (-0,24%). Considerando o índice de junho de 2022 (1,19%), houve queda de 1,47 ponto percentual.

Já a mão de obra, com taxa de 1,36%, foi influenciada por diversos acordos coletivos firmados este mês e teve aumento de 0,12 ponto percentual em relação a maio (1,24%). Com relação a junho de 2022, houve queda de 0,99 ponto percentual (2,35%).

O primeiro semestre do ano fechou em: 0,04% (materiais) e 3,96% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 2,78% (materiais) e 7,81% (mão de obra), respectivamente.

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