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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Pessoenses de coração

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publicado em 31/05/2019 às 16h45

Gostar, amar mesmo, e muito valorizar a cidade de nascimento é bem mais que natural e importante: diga-se, rimando, é dignificante! Entretanto, gostar, amar mesmo, e muito valorizar uma cidade, inclusive a defendendo e propugnando por seu desenvolvimento, sem que nela se tenha nascido, é bem mais enaltecedor e muito admirável pelos nascidos nesta mesma cidade!

Sou pessoense de nascimento. E gosto, amo mesmo, como valorizo e propugno em favor da cidade de João Pessoa. Porém, como está implícito no que anteriormente aqui já expressei, incluo-me entre os que muito admiram o “coração pessoense”dos que, não tendo nascido em João Pessoa, escolheram-na para viver, amando-a e por ela propugnando tanto ou mais do que eu.

Note-se que me reporto e homenageio pessoas que (não pessoenses de nascimento) escolheram a capital paraibana para nela viver e que dela gostam, amam-na, valorizam-na e por ela propugnam para que cada vez mais se torne melhor e, de forma crescente, socioeconomicamente justa!

Dias atrás, através do programa radiofônico de cuja equipe fazem parte, ouvi comentários dos comunicadores Gutemberg Cardoso (cajazeirense) e Heron Cid (marizopolense) lastimando o pouco número de “cronistas da cidade” de João Pessoa para exaltar sua beleza natural e até a beleza construída ao longo do tempo. Houve citação, inclusive, ao atual cronista-mor da Paraíba, Gonzaga Rodrigues (alagoa-novense), que, tanto quanto Gutemberg e Heron, também é “pessoense de coração”!

Sei que são muitos os “pessoenses de coração” que escolheram esta cidade para viver e também a defender. São muitos,e estão vinculados aos vários ramos de atividade, a exemplo de meu genro Rafael Coelho, natural de Cachoeiro de Itapemirim (ES) e que abraçou João Pessoa até para formar-se advogado!

São muitos – repito! E este espaço não dá para citar tantos, além dos que aqui já mencionei, restringindo-me, portanto,a mais outros nomes só do ramo radiofônico, todos realmente “pessoenses de coração”:Nilvan Ferreira (cajazeirense), Victor Paiva (monteirense), Samuka Duarte (santarritense), Henrique Lima (pernambucano de Recife), Cacá Barbosa (também pernambucano de Recife), Rubens Junior (igualmente pernambucano, mas de Trachunhahém), Rui Dantas (sousense), Adelton Alves (maranhense de Pinheiro), Josival Pereira (cajazeirense), Rejane Negreiros (campinense)…

Desculpem-me. O espaço terminou. Agora, só elaborando uma parte II.

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