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Balé cidade de Campina Grande faz turnê por cidades paraibanas

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publicado em 19/05/2019 às 17h26

O Balé Cidade de Campina Grande está em turnê pela Paraíba onde irá se apresentar em seis cidades entre os dias 17 e 28 de maio. O circuito começou por João Pessoa e segue com Guarabira, dia 19, 17h, no Teatro Geraldo Alverga; Campina Grande, dia 21, 20h, no Teatro Sesc Centro; Patos, dia 23, 19h30, no Galpão da Cultura; Sousa, dia 25, 19h30, no Galpão Grupo de Teatro Oficina e Cajazeiras, dia 27, 19h30, no Teatro Iracles Pires. A classificação é livre e a entrada é franca.

O público terá oportunidade de assistir ao espetáculo “Metal”, que é a terceira montagem do grupo. A programação inclui, ainda, a realização da Oficinas de Dança Contemporânea, que será ministrada pelos coreógrafos e bailarinos Romero Mota, Sérgio Galdino e Cas Silva.

O Balé Cidade de Campina Grande está indo juntamente com o projeto do Sesc Paraíba, o “Paraíba EnCena”, que é um projeto de circulação cênica que acontece simultaneamente nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos, Sousa e Cajazeiras. De 17 de maio a 02 de junho, as seis cidades recebem espetáculos de diversas companhias paraibanas.

Integrando a programação, o Sesc oferece ainda, gratuitamente, seis oficinas de temáticas variadas, que acontecem em cada uma das cidades participantes. Informações sobre as oficinas, bem como os formulários de inscrição, estão disponíveis no link www.sescpb.com.br.

Espetáculo Metal

Metal é fruto de uma pesquisa que foi construída em uma atmosfera baseada no figurativo, tendo como base imagens da parte química e cientifica dessas substâncias e na incessante busca humana pela riqueza desses metais, traduzidas no filme Serra Pelada e na fotografia de Sebastião Salgado sobre o tema.

Com coreografia do carioca Rafael Gomes, Metal dialoga diretamente com o coletivo e observa o comportamento do mesmo corpo no ambiente solitário. O diretor artístico Erasmo Rafael explica que “no seguimento, transformamos esse corpo no movimento das lavas vulcânicas que traz consigo uma rica composição mineral e também nos acentos da dança do pássaro negro Maleo, que com sua agilidade nas asas depende dessa energia e magnetismo”.

A trilha sonora é composta por ruídos industriais, onde são acentuados a lapidação e o rompimento de correntes afetivas. Também fazem parte da cena temas abordados no cotidiano contemporâneo, como o respeito à mulher, a diversidade e a personalidade.

MaisPB

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