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clássico dos maiorais

O grito do vestiário

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publicado em 18/03/2017 às 00h00
atualizado em 18/03/2017 às 00h26

Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com

Vestiário não ganha jogo, nem perde. Mas grita.

Não deveria influenciar. Mas é o futebol paraibano e a tentativa de se ganhar no grito.

O clássico dos Maiorais de número 400 começou antes de a bola rolar.

A polêmica é velha.

Mandante do jogo, o Treze solicitou o vestiário 1 do estádio Amigão, tradicionalmente ocupado pelo Campinense.

O objetivo é aproximar todo seu banco de reservas e comissão técnica do auxiliar de arbitragem.

Está feita a pressão.

Pressão que todos os outros nove times do campeonato exercem quando tem a oportunidade.

Ingenuidade imaginar que o Campinense não faria o mesmo se tradicionalmente o Treze fosse o “dono” do vestiário 1.

Os trezeanos reclamam de erros de arbitragem nos últimos dois clássicos.

O primeiro foi o impedimento não marcado de Negreti no primeiro gol da vitória rubro-negra sobre o alvinegro, por 2 a 1, no mata-mata decisivo do Paraibano 2016.

A segunda chiadeira trezeana é mais recente. Falta de Casagrande no goleiro Bruno Fuso em lance que origina o gol de empate da Raposa no primeiro clássico de 2017.

Coincidentemente os dois lances aconteceram próximo ao bandeira do polêmico vestiário. Com o mundo rubro-negro inteiro as suas costas nas oportunidades.

É bronca!

Vestiário que será ocupado pelos trezeanos no próximo domingo.

Que desta vez o vencedor seja merecedor pela competência dos gols anotados.

Não do grito mais alto.

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