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Cássio defende apuração rigorosa de supostas ‘ambulâncias fantasmas’

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publicado em 16/05/2014 ás 08h46

O senador, Cássio Cunha Lima (PSDB), criticou, nesta sexta-feira (16), o modelo de gestão implementado pela Cruz Vermelha para gerenciar o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. De acordo com o senador, é importante, inicialmente, separar a atuação dos funcionários que trabalham no Trauma do modelo de organização social que gerencia o hospital.

Cássio defendeu uma apuração rigorosa de todas as denúncias que estão sendo feitas e lamentou que isso esteja acontecendo justamente numa área tão essencial, como a saúde. Ele disse que ontem a auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou uma irregularidade na contratação de ambulâncias que não prestam serviço ao Trauma, pelo valor de R$ 500 mil. “O contrato de meio milhão de reais existe, mas as ambulâncias não. Não se pode brincar com a vida das pessoas, isso é lamentável”, disparou.

O senador questionou também os gastos feitos para gerir o Trauma de João Pessoa e os comparou com as despesas do hospital de Campina Grande. Segundo Cássio, o Trauma de Campina Grande atende mais do que o de João Pessoa e gasta bem menos recursos. Ele defendeu uma revisão nesse modelo de gestão, que “apresenta fragilidade e graves denúncias de desvio de dinheiro”.

Cássio também defendeu que hospitais, como o Trauma de João Pessoa, sejam administrados por instituições de caridade, como acontece com o Hospital Padre Zé, que é gerido por uma organização social da Igreja Católica. “A gestão do Padre Zé melhorou muito, por isso defendemos que uma organização da igreja evangélica ou católica atue também para administrar o Trauma, por exemplo, pois teremos um modelo sério e responsável”, concluiu.

MaisPB

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