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Montagem mostra todas 49 vítimas do ataque em boate gay de Orlando

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publicado em 17/06/2016 às 08h58
atualizado em 17/06/2016 às 07h41
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A agência “Associated Press” divulgou na quinta-feira (16) uma montagem que mostra todas as 49 vítimas do ataque contra a boate gay Pulse de Orlando, no estado da Flórida (EUA), no último domingo (12). Outras 53 pessoas ficaram feridas.

Entre as 49 vítimas, segundo a imprensa americana, aparecem 42 homens e sete mulheres. As mulheres mortas são Mercedez Marisol Flores, Amanda Alvear, Deonka Deidra Drayton, Brenda Lee Marquez McCool, Kimberly Morris, Akyra Murray e Yilmary Rodriguez Solivan.

O atirador Omar Mateen, de 29 anos, invadiu a casa noturna durante um evento de música latina no clube, onde estavam mais de 300 pessoas. Muitas das 49 pessoas mortas eram latinas, mais da metade era de origem portorriquenha.

Mateen acabou morto por policiais que invadiram a boate Pulse na madrugada de domingo, pondo fim a um cerco de três horas iniciado quando o atirador entrou no local e abriu fogo com uma pistola e um rifle semi-automático AR-15.

Segundo as autoridades americanas, o ataque contra a boate Pulse foi o pior ataque a tiros da história moderna dos Estados Unidos e o mais violento ocorrido no país desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

Frequentador
Após o ataque, surgiram relatos de testemunhas de que Omar Mateen, americano de origem afegã, era um frequentador regular do estabelecimento. A afirmação foi feita por clientes aos jornais “Orlando Sentinel” e “Los Angeles Times”.

O americano Ty Smith afirmou, em entrevista ao jornal, que viu Omar Mateen, de 29 anos, na boate Pulse diversas vezes.

Às vezes, ele sentava em um canto para beber sozinho. Outras vezes ficava tão bêbado que era barulhento e ofensivo”, disse Smith.

Ele contou ainda que Mateen era fechado. “Não falávamos muito com ele, mas lembro de ter ouvido, às vezes, dizer coisas sobre seu pai. Ele disse que tinha esposa e um filho”, completou.

Kevin West, outro frequentador regular da Pulse, disse ao jornal “Los Angeles Times” que trocou mensagens com Mateen em um aplicativo voltado para o público gay por pelo menos um ano.

Outros clientes da casa noturna afirmaram à imprensa que Mateen havia utilizado aplicativos como o Grindr, que é voltado para gays, bissexuais e curiosos. No Grindr, o usuário pode combinar encontros ou fazer amigos.

Mulher de atirador
A polícia americana passou a investigar se a mulher do atirador tem alguma ligação. Noor Salman teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque. Mas ela pode ser indiciada como cúmplice e ainda por não ter alertado sobre a iminência do ataque.

Segundo uma fonte da rede de TV Fox, Mateen pode ter ligado para a mulher de dentro da boate durante o tiroteio.

Na última terça-feira, a mídia americana divulgou ainda que Noor Salman estava com Omar Mateen quando o marido comprou munição e que o levara de carro para a Pulse em outra ocasião, porque ele queria investigar o local.

G1

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