João Pessoa, 13 de agosto de 2014 | --ºC / --ºC
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A morte da sindicalista Margarida Maria Alves completa 31 anos nesta quarta-feira. Margarida foi assassinada, em 13 de agosto de 1983, em frente de casa por um matador de aluguel com um tiro de escopeta calibre 12. O tiro atingiu o rosto da sindicalista, que estava ao lado do esposo e do filho.
O crime foi considerado político e teve repercussão em todo o país, gerando manifestações de organismos políticos de defesa dos direitos humanos.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, Margarida ficou conhecida por sua luta pelo reconhecimento de direitos básicos para os trabalhadores rurais, a exemplo do 13º salário, férias, jornada de oito horas e carteira assinada.
Durante o período em que esteve à frente do sindicato, a militante foi responsável por mais de cem ações trabalhistas na Justiça do Trabalho local.
MaisPB
DEBATE PÚBLICO - 13/05/2026





