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O presidente da Associação dos Professores em Licenciatura Plena da Paraíba (APLP), Francisco Fernandes, lamentou, nesta quarta-feira (15) – data em que se comemora o Dia do Professor – a situação que a categoria vivencia no Estado. Segundo ele, o grande problema enfrentado pelos docentes paraibanos é a carreira, que está defasada.
De acordo com Francisco Fernandes, atualmente os professores não estão pedindo para se aposentarem para evitar cortes no orçamento familiar. Ele disse que a aposentadoria na Paraíba está sendo vista como uma punição, pois quando os profissionais saem da ativa perdem uma bolsa desempenho que varia entre R$ 325 e algo em torno dos R$ 600.
“O atual governo acabou com a gratificação de estímulo a docência (GED), o que no popular chamamos de pó de giz, e colocou uma bolsa desempenho, que quando nos aposentamos não se incorpora a nossa aposentadoria”, afirmou.
Francisco Fernandes lamentou também os salários pagos atualmente aos professores paraibanos, principalmente em final de carreira. “Hoje um professor com Doutorado e com 30 anos de profissão, ganha R$ 2.234,15, o que é vergonhoso”, comentou.
Na Paraíba existem aproximadamente 14 mil professores do quadro efetivo em atividade, além dos quase quatro mil prestadores de serviço que dão aulas no Estado.
Alexandre Freire – MaisPB
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