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“Retrocesso ou injustiçado?”: deputados avaliam quatro anos do governo Bolsonaro

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publicado em 26/12/2022 ás 19h04
atualizado em 26/12/2022 ás 19h13

O presidente Jair Bolsonaro (PL) conclui no próximo sábado (31) quatro anos de mandato à frente de Presidência da República. O atual gestor não conseguiu êxito na campanha de reeleição e terá com sucessor o ex-presidente e agora presidente diplomado Lula (PT). Os dois travaram uma campanha de polarização.

A deputada estadual Estela Bezerra (PT) e o deputado estadual Wallber Virgolino, fizeram avaliações divergentes sobre o governo Bolsonaro. A petista ironizou ao afirmar que seria “simples” avaliar a gestão porque, segundo a parlamentar, o governo não entregou “nada do que havia prometido” ou pregado.

“Se elegeu no vácuo de lideranças políticas e contra sistemas e que ia entregar ao povo brasileiro uma vida melhor,l combater todos os desvios e ideia de modelos de corrupção no nosso país. Não só se mostrou um dos governos mais corruptos, como desfilou vários ministros em pastas importantes que não tinham vínculo com aquilo que deveria está defendo”, argumentou.

Para Estela, além de ser uma gestão de “retrocesso” o atual governo “dividiu” o país. “Eu acho que esses quatro anos foram de muito sofrimento e de muitos retrocessos, que podem ser medidos pela economia do Brasil, pela saúde e pela educação. Estivemos com um governo que não tinha empatia e que não tinha competência, trabalhou o tempo inteiro para diminuir a potencialidade do povo brasileiro em ser soberano, emancipado e feliz”, destacou.

Bolsonaristda, Wallber Virgolino defendeu o governo, apesar de apontar alguns equívocos com “o não incentivo à vacinação” contra a Covid-19. Para o delegado, faltou comunicação entre o governo mostrar para a população o que havia sido realizado, principalmente no Nordeste.

Virgolino também acusou a maioria dos prefeitos de esconderem as ações que foram realizadas nos municípios. “Ele investiu demais no Nordeste. Só faltou dizer ao povo. Infelizmente a maioria dos prefeitos do Nordeste maliciosamente, sobretudo os socialistas, usaram as boas ações do Governo Federal indevidamente em nome próprio”, destacou.

MaisPB