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O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (10) maioria de votos pela rejeição da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), na Operação Lava Jato.
Lira foi denunciado por corrupção passiva por suposto recebimento de propina de R$ 1,6 milhão da empreiteira Queiroz Galvão. O caso teria acontecido em 2019.
De acordo com o ministro Edson Fachin, não há elementos que indiquem possível ato de corrupção do deputado.
“Não consta destes autos qualquer registro telefônico, extrato bancário ou documento apreendido que consolide a afirmada destinação dos pagamentos espúrios em favor do acusado Arthur César Pereira de Lira. Tampouco logrou-se identificar o assessor parlamentar que teria sido responsável pelo recebimento do valor”, escreveu o relator.
Antes disso, a PGR já havia mudado o entendimento e solicitado ao STF a rejeição da denúncia. O pedido foi acolhido pelo órgão, com base no entendimento de que não havia provas contra Lira.
MaisPB com informações do G1
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