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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira  no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]

Artesão de disparates

Comentários:
publicado em 15/01/2022 às 08h52
atualizado em 15/01/2022 às 08h01

Quem são “elas”, quando:  “agora é que são elas”?  Elas por elas?

Está chovendo no seu roçado? É a mesma chuva que ajuda a gente a se ver? Ou é a chuva que joga areia do Saara sobre os automóveis de Roma? Cadê Salomé Espinola?

Por que chove tanto lá fora e aqui faz tanto calor?

Chove demais em Minas Gerais, Ouro Preto, e muitas pessoas morrem. Uns perdem suas casas. Deve ser muito difícil olhar para o vão e ficar sem chão. A mobília, a geladeira. Os panos de bunda. Alguém pensa nisso?

Ainda existem os galetos na Televisão de Cachorro? (foto) Ou eles preferem Tom and Jerry? Se outro cabeludo voltar a aparecer na sua rua, vista a roupa meu bem e vamos nos separar.

Você é Torto ou Arado?

Lhanos é o plural de lhano, óbvio.

As panelas velhas estão gastas e não fazem comida nenhuma. As panelas agora batem umas nas outras, mas não tenham medo, o nome dele não é Enéas. Tire o “fonema” do ouvido. Ouça a nona.

Estamos novamente entre os horrores. Você não é doce de côco, mas enjoei de você. Caracas! Onde está a sílaba tônica? E a sintaxe?

Cuidado! O atchim está solto nas ruas.

As águas estão rolando e já não movem moinhos enferrujados. As rosas de Cartola falam baixinho.

Nunca mais vi uma andorinha fazendo verão. Não, as andorinhas não existem mais.

Colheres de sopa, de chá, colheradas ainda se metem nas brigas de marido e mulher. Oxumaré homem e mulher na cama.

As boas intenções superlotaram o inferno. O inferno é aqui. Chega de esmolas, mendicância, opressores e opositores.

Cai, cai, balão, cai, cai balão, cai na rua do sabão. As cordas continuam arrebentando do lado mais fraco. Saco, esses puxa-sacos.

Racistas, idiotas, imbecis não joguem pérolas no coração dos porcos.

Antiautoajuda, autoajuda ou ajuda nenhuma?

Quem são elas?

Inferninho

Os anos não acabam mais. Emendam uns nos outros. Não há mais aquela zona de conforto, agora é a vez da Ômicron. Caos total. Splat.

Há algo maior, menos fácil de perceber, dolorosamente presente. Pow!

Só não te mando pro inferno porque não quero te encontrar lá.

Brazil/Eslovênia

Talvez, pelo menos no Brasil, poderíamos afirmar que 2022 começará em 2023. Mas esse é um tema para outra coluna, ainda por ser escrita. Até lá. Moro mora onde não mora ninguém. Não, Moro não.

A paraibana Eslovênia Marques (foto), prima da nossa vizinha Xuta Marques, é a nova Juliette – está no bbb. Ela disse que grita muito e bebe muito e está solteira.  Ela por elas.

Agora é que são elas? Elas, quem?  Ah! Solenidade (aqui na PB) que não é a Geni, mas essa semana choveu granizo lá. Lá onde? No meu Cariri quando a chuva não vem, não fica lá ninguém.

Kapetadas

1 – O problema é a pessoa achar que ser formador de opinião é sinônimo de inteligência. Você pode formar uma opinião bosta.

2 – Hoje ouvi uma jornalista no rádio falar “Celso Moro” no lugar de Sérgio Moro. Não, Moro não.

3 – Som na caixa: “E se acabou no chão feito um pacote flácido”, Chico Buarque

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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