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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Cícero/Zé Williams com o Grupo Pró-Bessa

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publicado em 08/02/2021 às 06h37
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Um encontro/reunião do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, com representantes do bairro do Bessa, especificamente da área da beira-mar correspondente à avenida Arthur Monteiro de Paiva, realizou-se na sexta-feira 6 de fevereiro corrente, ao estilo “café da manhã” e que teve por local o restaurante Bessa Brasil, claro que dentro dos protocolos anti-covid/19.

Foi, deveras, uma reunião muito positiva, tanto do ponto de vista dos assuntos nela expostos, quanto, especialmente, pela simples presença, por si só, do prefeito Cícero Lucena, vez que uma participação assim, presencial, reacende a esperança de que aquela área do bairro do Bessa passe a ser, de verdade, olhada pela gestão municipal. Por óbvio esse verbo “olhar”, em se tratando da gestão Cícero Lucena, significa “cuidar”. E sua preocupação é tão real e indicadora de que ele, o prefeito, quer mesmo as providências para “já já”, que se fez acompanhar do secretário da Seplan, José Williams, que tudo cuidadosamente anotou e ainda, para mais detalhar, mesmo com a saída do prefeito (para cumprir outra agenda) lá no recinto da reunião permaneceu em “bate-papo” com residentes e empreendedores da já referida avenida (o médico Vilibaldo Cabral, o empresário Pedrinho Cruz, dirigentes das pousadas Golfinho e Boa à Beça, Beach Hotel, Bessa Grill, entre outros).

Foram vários os itens em relação aos quais os presentes, identificados como integrantes do Grupo Pró-Bessa, expuseram para o prefeito Cícero Lucena. Até aspectos de menor relevância, mas demonstrativos da falta de cuidado do poder público, foram apresentados, a exemplo da falta de mais uma “lombada” como proteção, no trânsito, da travessia dos tantos transeuntes da área, e a requalificação de uma outra já existente, esta tão descuidada que que, naquele instante, foi chamada de “toda descascada”. Parecendo ser também de menor relevância – mas não o é – foi a reivindicação para que a Prefeitura também olhe/cuide do “verde da beira-mar”, propiciando-lhe uma paisagem urbanística adequada, em vez de deixá-la confundir-se com um simples “matagal”. E até foi apontado um coqueiro bem próximo ao local da reunião e que se encontra “cai não cai” por falta de recomposição do areal de sustentação de suas raízes.

A principal reivindicação, porém, foi quanto a iluminação pública da área, considerada pelo Grupo Pró-Bessa como “humilhante se comparada à da praia do Cabo Branco”. Ao lado desta solicitação, a de que sejam restaurados os 14 postes (de baixa altura) que sinalizam (ou sinalizavam), aos caminhantes, o distanciamento de 100 em 100 metros.

O prefeito, juntamente com seu secretário, tudo atentamente ouviram e anotaram, mas, explanando sobre o que é a missão da Prefeitura e sua capacidade de fazer diante de tantas e tantas demandas, também chamaram a atenção, com a franqueza própria aos eficientes gestores, quanto ao que a população pode e/ou deve fazer, por exemplo, no campo da limpeza pública, ou seja, sua conscientização e educação na seletividade e recolhimento do lixo produzido (“A Prefeitura tem o dever de disponibilizar os coletores e recolher o lixo; a população, no entanto, tem o dever de bem utilizar os coletores para o depósito desse lixo, e não o jogar em qualquer lugar”).

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