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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

A arborização urbana (II)

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publicado em 23/01/2020 às 11h54
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Na primeira parte deste artigo, veiculado em começo deste mês, dissemos que o escritor Nelson Barros escrevera, em relação à cidade de João Pessoa, que “Era uma vez a Capital das Acácias…”. E que, nostalgicamente, lembrara que,quando aqui chegou, pra ele era “a cidade mais linda do mundo… por dentro e por fora!”.

Ontem, através do Jornal Correio, tomamos conhecimento de que a Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) encontrava-se realizando importante e intensa ação na avenida Epitácio Pessoa, cuidando das árvores que estão plantadas ao longo de toda aquela artéria, não só no aspecto da poda, mas, especialmente, no aspecto fitossanitário, ou seja, verificando as condições das plantas quanto nelas haver, ou não, presença de cupim ou fungo, e executando o tratamento necessário.

Este registro faz-se necessário porquanto tal ação demonstra que a Prefeitura local, por seu órgão específico, está atenta à preservação de “nosso verde”. Como já disséramos, a arborização é essencial a qualquer planejamento urbano e tem funções importantíssimas como as de propiciar sombra, purificar o ar, atrair aves, diminuir a poluição sonora, constituir fator estético e paisagístico.

Entretanto, mesmo com esta referência ou reverência à Semam/PMJP, não podemos deixar de sugerir que mais, obviamente com prévio planejamento, seja feito nesse campo paisagístico ou de arborização urbana na cidade de João Pessoa, inclusive em forma de campanha educativa ou de conscientização da população para que cada pessoa, em seu ambiente residencial, e também do trabalho, possa preservar e plantar uma arborização que, como lembrado pelo escritor Nelson Barros, traga de volta o antigo título de “Capital das Acácias” ou um substitutivo deste. Não é coerente estarmos criticando os desmatamentos da Amazônia e não fazermos “nosso beabá”.

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