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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

O Rico e Lázaro

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publicado em 14/08/2019 às 12h25

A própria denominação deste portal como MaisPB, por si só já indica a dimensão e diversidade de temas que se propõe noticiar, refletir e debater.

Daí, não se dever  estranhar que desta feita eu esteja a referir-me sobre  “O Rico e Lázaro”, que de imediato faz lembrar uma das mais conhecidas parábolas de Jesus. Este título, porém,  também é o da novela que a Rede Record de Televisão, transmitida aqui na Paraíba através da TV Correio, voltou a exibir desde a terça feira, 13 de agosto corrente, no chamado “horário  nobre” das 21 horas, mais exatamente a partir das 20h45. E dizemos “voltou” porque essa novela foi originalmente exibida no ano de 2017 e agora é reprisada.

No dia dessa reestreia, e quando me encontrava almoçando, um leitor, amigo deste articulista, perguntou: – “Já pensou sobre o próximo artigo? É sobre o que?”. Ao responder que pensava referir-me a “O Rico e Lázaro”, esse leitor mais uma vez questionou: – “Vai fazer propaganda da novela  da  Correio?!”.

Respondi que “sim e não”. O “sim” é porque, desde quando vários capítulos dessa novela os assisti em 2017, realmente fiquei muito bem impressionado, não só pela história e ensinamento bíblicos em si mesmos, mas, igualmente, pela superprodução que a Rede Record mostrou, fazendo lembrar filmes antológicos, de produção americana, como “Os dez mandamentos” e “Bem-Hur”.

Quanto ao “não”, decorre do fato de que, com esse tema “novelístico”, pretendia um pouco refletir e questionar  o porque de prevalecer a ideia de que os renomados intelectuais (pessoas  bem  cultas) não gostam nem assistem novelas. E se isto é mesmo real ou pelo menos prevalecente, minha conclusão é a de que estou longe, bem longe mesmo, da intelectualidade, mesmo que a mediana. Gosto e assisto novelas,  especialmente aquelas bem humoradas. Afinal, quase tudo na vida, para ser bem vivida, está ligado a entretenimento: cinema, teatro, esportes, brincadeiras…

Entendo, portanto, que, por mais intelectual que se possa ser, a novela “O Rico e Lázaro” não se pode perder!

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