João Pessoa, 30 de janeiro de 2018 | --ºC / --ºC
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Grupo armado rende vigilantes e assalta agência bancária na UFCG; pai de criança morta em JP diz que ‘irá em busca’ de suspeito; suspeito de assalto morre após trocar tiros com a polícia em Patos; trabalhadores rurais encontram cadáver de jovem perfurado por 10 tiros em estrada de terra; Homem é morto com cinco tiros em João Pessoa. Essas são algumas das manchetes que lemos nos portais de notícia e relatam o aumento da violência na Paraíba.
“No Dia da Não Violência (30 de janeiro) destaco a nossa dura realidade. Todos os dias, temos notícias ou vemos pessoas sendo vítimas de violência e o que revolta é que não vemos nenhuma ação concreta do Governo do Estado, que insiste em nos apresentar números forjados apontando para redução de crimes”, disse o deputado estadual licenciado Jutay Meneses (PRB), acrescentando que o Estado carece de medidas preventivas e uso da inteligência para o combate a criminalidade.
O parlamentar destaca que mais de 1,2 mil pessoas foram assassinadas na Paraíba em 2017. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Seds) e apontam que em João Pessoa, o número de homicídios diminuiu de 350 para 298 mortes, em um ano. Já em Campina Grande, houve aumento de 133 CVLI para 153, entre 2016 e 2017. A alta é de 15%.
Dia da Não Violência
O dia 30 de Janeiro foi proclamado pela ONU como o dia da não violência em homenagem a Mohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em 1948. Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.
MaisPB
BOLETIM DA REDAÇÃO - 16/12/2025





