09 de dezembro de 2016 - 02:42

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17/11/2016 às 15h33 • atualizado em 17/11/2016 às 20h14

TJ justifica expulsão de assessoras de desembargadora

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O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Marcos Cavalcanti, emitiu nota, nesta quinta-feira (17), para explicar  o episódio envolvendo assessores da desembargadora Maria das Neves do Egito durante a eleição para a escolha da nova Mesa Diretora do Tribunal para o biênio 2017/2018.

Segundo a nota, duas assessoras da desembargadora tentaram auxiliá-la na votação, mas foram contidas pelo presidente.

“Diante do fato, o presidente Marcos Cavalcanti alertou as assessoras, informando que tal atitude não era permitida, e, por essa razão, o chefe do Poder Judiciário estadual pediu que as mesmas se retirassem do local, até como forma de preservar a inviolabilidade do voto. Isto é, o voto é secreto”, diz a nota.

AVC

A ‘expulsão’ dos assessores da desembagadora, vítima de recente AVC foi abordada na coluna do jornalista Heron Cid, no Portal MaisPB, nesta quarta-feira (16).

“Presidente do TJ, Marcos Cavalcanti, mandou retirar do Pleno os assessores da desembargadora Maria das Neves do Egito (vítima de recente AVC), que a assistiam na sessão”, disse o colunista.

O fato deixou perplexo a plateia que assisitia às eleições e vários desembargadores. Nevita, como é mais conhecida, é da corrente contrária ao atual presidente.

Nota do Presidente

O Tribunal de Justiça da Paraíba, através da Diretoria de Comunicação Institucional, em face de um fato ocorrido na manhã desta quarta-feira, 16 de novembro de 2016, por ocasião da eleição para a escolha da nova Mesa Diretora do Tribunal para o biênio 2017/2018, e com o objetivo de restabelecer a verdade, vem a público esclarecer que o Presidente da Corte de Justiça, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, agiu como magistrado e em cumprimento ao Regimento Interno do Tribunal, ao pedir que assessores da desembargadora Maria das Neves do Egito não auxiliassem a magistrada a votar, já que o voto é secreto.

Na verdade, o que ocorreu é que, primeiro, assessores da desembargadora Maria das Neves conduziram a mesma até a bancada do Pleno, o que é permitido. Porém, quando começou a votação, foi verificado que duas assessoras permaneceram ao lado da desembargadora, auxiliando a mesma a votar, o que não é permitido em uma eleição.

Diante do fato, o presidente Marcos Cavalcanti alertou as assessoras, informando que tal atitude não era permitida, e, por essa razão, o chefe do Poder Judiciário estadual pediu que as mesmas se retirassem do local, até como forma de preservar a inviolabilidade do voto. Isto é, o voto é secreto.

MaisPB