João Pessoa, 16 de janeiro de 2024 | --ºC / --ºC Dólar - Euro
Dia sim, dia de cão, o gato amarelo entra correndo com uma lagartixa entre os dentes. Eu reclamo, boto ele para fora, mas no dia seguinte, repeteco. Predador de pássaros... Continuar Lendo
Estive em São Paulo, a procura da escrivaninha de Mário de Andrade. Logo percebi que a cidade em que me aventurei a fazer mestrado na USP, nos anos 80, não... Continuar Lendo
São Paulo. Dei de cara com Aurora Luque, poeta y escritora española, bonita da cabeça aos pés, ouvindo um podcast de Alice Walker, que lançou novo livro no Brasil, “O Segredo da Alegria”, (com selo da Editora José... Continuar Lendo
Essa escrita organiza-se na construção de uma memória, a minha ou a memória meticulosa do tempo. Ficciona o tempo para obter matéria narrativa, portanto, trata-se apenas de uma carta... Continuar Lendo
Fui ler Rainer Maria Rilke, como a recordar alguma coisa. Lembrei: era uma terça-feira gorda. Aliás, nunca entendi o porquê de uma terça-feira gorda se todas são obsessas ou... Continuar Lendo
Praça João Pessoa – Pingo do meio dia. Acendia e apagava o isqueiro, com o cigarro na boca. Acendia e apagava o isqueiro continuamente. Cheguei perto, e indaguei: a... Continuar Lendo
Não seria (IM)possível (RE)começar tudo de novo. Não, talvez como quis Leila Diniz, bem melhor Jorge Ben Jor – “não, comigo não comigo nunca mais, as coisas agora vão... Continuar Lendo
Desde garoto que sou casado com os livros. O hábito vem de meu pai. A noção que Jorge Luís Borges (foto) tinha do paraíso era uma... Continuar Lendo
De repente, uma tropa, não mais que de repente, um sopro. A vida e os diálogos milagrosos, silenciosos, dos ciclistas. Encontrei-os na volta do Teatro Pedra Reino, na última quarta-feira. Homens... Continuar Lendo
A memória é uma coisa doida. Os desmiolados, nem se fala. Vão passando os anos e a gente esquecendo fisionomias, favores, afetos, cama & mesa. Quando morre uma pessoa, são... Continuar Lendo
Acostumado que estava com “Tubarão” (1975), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “E.T – O Extraterrestre” (1982)· “A Cor Púrpura” de 1998 (este, é o filme da minha vida)... Continuar Lendo
Bateu, valeu, doeu. Morreu. Andando pelos espelhos de Narciso, de sol a sol, esbarro numa semideusa na calçada da Academia Paraibana de Letras e logo me veio o assombro,... Continuar Lendo
Isso mesmo. Não se reparte. O que passou, já foi. Quando o presente se define como o ‘depois de’, há um vazio que anda de mãos dadas, e quando o... Continuar Lendo
Carícias são próprias da felicidade, carícias me enchem de saudade. Caricias nunca quis casar com Seu Aborrecido. Nunca. Caricias são coisas belas, que saltam e chegam à pele. Volto... Continuar Lendo
Na rede das coisas precisas, onde estou detido pelo tempo para o prazer da leitura, em mãos o livro “A Travessia de Walter Benjamin”, romance de Jay Parini, da editora Record.... Continuar Lendo