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O movimento de desincompatibilização para as eleições deste ano provocou uma mudança significativa no comando de estados brasileiros. Além da João Azevêdo (PSB), outros sete governadores também deixaram seus mandatos com o mesmo objetivo: concorrer ao Senado.
As renúncias ocorreram dentro do prazo legal, que terminou nesse sábado (4). A regra exige o afastamento seis meses antes do primeiro turno para evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.
Entre os nomes que devem disputar uma cadeira no Senado estão:
– Gladson Cameli (PP), do Acre
– Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal
– João Azevêdo (PSB), da Paraíba
– Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo
– Mauro Mendes (União), de Mato Grosso
– Helder Barbalho (MDB), do Pará
– Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro
– Antonio Denarium (PP), de Roraima
Outros dois governadores que também renunciaram, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), são apontados como pré-candidatos à Presidência da República.
Com a saída dos chefes do Executivo estadual, os vice-governadores assumem o comando dos estados e, em muitos casos, devem disputar a reeleição. Na Paraíba, a mudança levou à posse de Lucas Ribeiro (PP) como novo governador.
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