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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira  no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]

 O Garoto Bombril no carnaval dos memes

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publicado em 07/02/2026 ás 07h00
atualizado em 07/02/2026 ás 08h11

O carnaval das Leopodinas que aconteceu na casa de festa Popótamus, na beach de Manaira, tendo como destaque as colombinas Teresa Madalena e Suely Feitosa, foi o maior “su”, como dizia o colunista Jô Albuquerque, em  disputada coluna social nos anos 90. Só faltou Messina Palmeira Imperial.

Marcado pelo brilho das muchachas, a festa foi postada nas redes sociais. Ali pertinho, no Hotel de Domitília,  um cara bateu as bodas ao tomar detefon, mas a patroa jura que foi baygon. É bom também, né?

As colombi(nadas) ventanas anunciaram a chegada do Pierô Marconi Dali, o bambam do momento e definiram um padrão de divertimento do ser e no ser. Marconi é o Tao, ele arrasa, é ator, pianista, e adora a muchacha Bobô.

Durante a festa elegeram a mais fofa do ano, eleita pelo zooom, a queridíssima Luzenyra das Interminências, representante das mujeres elegantes. Show de bola, como diz o colunista Abel

Aliás, a aparição de Luzenyra mostrou uma nova maneira de fazer e acontecer e causou fisson ao desembarcar na praia de Manaira, direto da disneylândia, onde esteve com Trump e Cia, em busca de los  interesses globais. Foi massa, tri-legal. Montada em sua limusine eletrônica,  Lu é fã do Roberto e que tudo mais vá pro inferno.

Luminoso o estandarte 2026 “Botelha para fora” no auge dos assuntos sociais e geopoliticos: o quer dizer, e como dizê-lo, virou  a Razão de Sartre pelo avesso, rumo ao high society movie. Deu a bexiga!

As imagens na Internet viralizaram rapidamente – saca, saca, saca, sacarolha. Caramba! Foi demais.

Nada de guitarra elétrica introduzida no folk mundial lanche, sequer nas “cadeiras elétricas da baiana, sentença que o turista cheire, e os sem amor, os sem teto
os sem paixão sem alqueire”.  Beradero, eu?  E que não fiquem furiosos os fãs e turistas, no adeus “Messina ao Vivo”, que eu já fui embora.

O objetivo carnavalesco foi mostrar a potência da gênese a todo planeta e romaria.

Pena que não chamaram o cover de Helena Blavatsky, nem a escritora que usa os colares de Agatha Christie, mas a curtição foi bater no Rio Sanhauá, o cânone das muriçocas e maroins,  com o chegada do Pagode da Vavá.

Figura rara como o Garoto Bombril chegou no fim da festa fantasiado de Che Guevara – lembram dele (?) o ator que ficou famoso como o “Garoto Bombril” nas publicidades da marca, a partir de 1978,  Carlos Moreno? São muitas utilidades, né?

“Era uma vez”. Ou seja, tudo não passa de uma obra de fricção, com o “Olá, tudo bem?” diria a voz do Além,  o autor de bordão, o jornalista Paulo Henrique Amorim felecido em 2019, de morte matada ou morrida.

Pularam carnaval até a alma sair pela sola do pé. Até!

Kapetadas

1 – Fracasse cedo: dá tempo de se acostumar.

2 – O mundo é feito de gente que ri do que secretamente gostaria de fazer

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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