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assassinato de petista

Pré-candidatos à Presidência, juristas e políticos paraibanos condenam violência

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publicado em 10/07/2022 ás 17h39
atualizado em 10/07/2022 ás 21h36

Pré-candidatos à Presidência da República e diversas autoridades comentaram, neste domingo (10), o assassinato do guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR), Marcelo Aloizio de Arruda. Marcelo foi baleado durante a própria festa de aniversário por um homem identificado como o policial Penal Federal Jorge da Rocha Guaranho. Já ferido, Arruda reagiu e atirou contra Guaranho. Não há informações claras sobre o estado de saúde o policial.

O fato tem repercutido entre as lideranças do país.

Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT:

“É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas. Que Deus, na sua misericórdia, interceda em favor de nós brasileiros, pacificando nossas almas, e traga conforto às duas famílias destruídas nesta guerra absurda, sem sentido e sem propósito.”

Simone Tebet, pré-candidata à Presidência pelo MDB:

“Lamento profundamente as mortes violentas em Foz do Iguaçu. Me solidarizo com as famílias de ambos. Mas o fato é que esse tipo de situação escancara de forma cruel e dramática o quão inaceitável é o acirramento da polarização política que avança sobre o Brasil. Esse tipo de conflito nos ameaça enormemente como sociedade. É contra isso que luto e continuarei lutando. Tenho certeza que nós, brasileiros, temos todas as condições de encontrar um caminho de paz, harmonia, respeito, amor e dignidade humana suficientemente sólido para reconstruir o Brasil. Que o caso de Foz do Iguaçu faça soar o alerta definitivo. Não podemos admitir demonstrações de intolerância, ódio e violência política.”

Luciano Bivar, pré-candidato à Presidência pelo União Brasil:

“Inadmissível onde chegamos. Esta doença ‘política’ contaminou nossa gente, até aqueles que amamos lá na casa da esquina.”

Luiz Felipe d’Avila, pré-candidato à Presidência pelo Novo:

“Estamos caminhando a passos largos para a campanha política mais violenta que já vivemos. O assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo de Arruda, em Foz do Iguaçu, era mais uma tragédia evitável. O vergonhoso silêncio de Bolsonaro só piora a situação.”

André Janones, pré-candidato à Presidência pelo Avante:

“O debate ideológico sem qualquer base racional leva a tragédia que vamos lamentar profundamente. Ninguém vai conseguir explicar essa paixão que leva um ser humano odiar o outro por convicções políticas diferentes. Hoje nós vamos lamentar, desejar condolências às famílias. Mas e amanhã? Amanhã nós vamos esquecer como esquecemos o Genivaldo assassinado brutalmente em uma viatura? Aplaudir e agradecer agressores durante discursos em cima de palanques, como feito ontem? Nós vamos no chocar só com o agora? Não vamos mudar essa mentalidade? Nós vamos esperar que a tragédia, a barbárie chegue dentro das nossas casas pra combatê-la? Essa idiotização (que muitos chamam de polarização) não pode prevalecer. O Brasil precisa cuidar dos seus problemas reais, não criar novos.”

Vera Lúcia, pré-candidata à Presidência pelo PSTU:

“É inadmissível o assassinato de Marcelo Arruda, militante do PT, cometido por um bolsonarista por motivações políticas! Contra a violência da ultra direita e as ameaças golpistas de Bolsonaro, é preciso mobilizar e organizar a autodefesa dos trabalhadores! #ForaBolsonaro”

Léo Péricles, pré-candidato à Presidência pelo Unidade Popular:

“Nossa solidariedade à família de Marcelo Arruda, dirigente do PT em Foz do Iguaçu, assassinado ontem por um bolsonarista durante sua festa de aniversário. É urgente impedir o avanço do fascismo! Bolsonaro e sua corja vão pagar pelo que estão fazendo do Brasil. Ocupemos as ruas!”

Sofia Manzano, pré-candidata à Presidência pelo PCB:

“Bolsonarista assassinou Marcelo Arruda, dirigente do PT em Foz do Iguaçu. Episódios como esses podem se tornar frequentes se não houver rápida contenção da violência política incentivada por Bolsonaro e sua quadrilha. Minha solidariedade à família e companheiros.

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado:

“O assassinato de um cidadão, durante a comemoração de seu aniversário com a temática do candidato Lula, é a materialização da intolerância política que permeia o Brasil atual e nos mostra, da pior forma possível, como é viver na barbárie. Devemos todos, especialmente os líderes políticos, lutar para combater este ódio, que vai contra os princípios básicos da vida em família, em sociedade e em uma democracia. A convivência com o contraditório deve ser mais do que respeitada. Deve ser preservada e estimulada, pois é dessa forma que podemos, por meio de diálogo e busca de consensos, evoluir para um país melhor. Duas vidas perdidas na tragédia. Meus sentimentos sinceros aos familiares.”

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal:

“A intolerância, a violência e o ódio são inimigos da Democracia e do desenvolvimento do Brasil. O respeito à livre escolha de cada um dos mais de 150 milhões de eleitores é sagrado e deve ser defendido por todas as autoridades no âmbito dos 3 Poderes.”

Pedro Cunha Lima, pré-candidato ao governo pelo PSDB: 

Nenhuma violência se justifica. O assassino do guarda municipal Marcelo de Arruda, por intolerância política, é uma barbárie e escancara o quanto a polarização política faz mal para o Brasil. Não podemos admitir que casos como esse voltem a se repetir.

Veneziano Vital do Rêgo (MDB), vice-presidente do Senado:

“É um fato extremamente lamentável. A que ponto chegaram o extremismo e a intolerância. Duas vidas foram ceifadas por um ódio irracional que não leva a nada, que não constrói, que não contribui para o que devemos defender sempre, que é a democracia e a liberdade de pensamentos e posições. Minha solidariedade às famílias que perderam seus entes nessa tragédia, que poderia ser evitada se não tivéssemos esse clima lamentável que temos hoje no Brasil, incentivado por um sentimento extremista e intolerante por parte de quem deveria se preocupar com a nação e com os brasileiros, mas prefere alimentar o ódio e a divisão entre as pessoas”, afirmou Veneziano.

Ricardo Coutinho, pré-candidato ao Senado:

O discurso de ódio propagado pelo bolsonarismo faz sua primeira vítima nessas eleições. É aterrorizante ver um companheiro do PT ser assassinado em plena festa de aniversário por divergências ideológicas. Toda minha solidariedade à família de Marcelo Arruda. #paz
Daniella Ribeiro, senadora paraibana
A política deve trazer soluções para a vida em sociedade e não ser motivo para atentar contra a vida. Hoje fica a minha tristeza pelas mortes violentas por motivação política ocorridas em Foz do Iguaçu. 
MaisPB com G1

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