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punição ao feminicídio

Eunício pede justiça por morte de Mariana Thomaz

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publicado em 11/04/2022 ás 09h40
atualizado em 11/04/2022 ás 11h27

Na véspera de completar um mês da morte da jovem Mariana Thomaz, o primo dela, o ex-presidente do Senado, Eunício Oliveira, foi às redes sociais pedir justiça para o caso. Mariana foi morta num apartamento no bairro do Cabo Branco, em João Pessoa, com sinais de estrangulamento, e o principal suspeito é o namorado, o empresário Johannes Dudeck.

Compartilhando uma arte com imagens da jovem assassinada e com os dizeres “A melhor arma contra o feminicídio é o fim da impunidade”, o ex-senador, do MDB do Ceará (terra natal de Mariana), marcou o Tribunal de Justiça da Paraíba, onde o caso será julgado.

O acusado, Johannes Dudeck, segue preso desde o último dia 12 de março pela morte da estudante de medicina. A promotora de Justiça Artemise Leal, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), ofereceu denúncia por feminicídio e estupro contra o empresário de 34 anos.

O inquérito foi encaminhado para Justiça da Paraíba com os resultados do laudo tanatoscópico feito pelo Instituto de Polícia Científica (IPC), exame feito para comprovar a existência de violência sexual.

O corpo de Mariana foi encontrado no último dia 12 de março, após a polícia receber uma ligação do suspeito Johannes Dudeck, informando que Mariana estava tendo convulsões. Ele foi preso e encaminhado para um presídio especial de João Pessoa. A jovem, de 25 anos, era natural do Ceará e estava na Paraíba para cursar medicina.

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