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O corpo de Monarco, morto aos 88 anos, será velado neste domingo, dia 12, na quadra da Portela, escola do sambista, a partir das 11h. A cerimônia será aberta ao público, que poderá prestar as últimas homenagens. Depois, às 17h, o corpo será levado ao Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio, onde o artista será enterrado.
O cantor estava internado há um mês no Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, onde passou por uma cirurgia no intestino e não resistiu às complicações.
Referência da escola de Madureira ao lado de nomes da nata do samba, como Paulinho da Viola e Clara Nunes, Hildemar Diniz, o Monarco, ficou conhecido por um apelido de infância, que ganhou quando ainda vivia em Nova Iguaçu. Filho do marceneiro e poeta José Felipe Diniz, chegou a ajudar a mãe, separada, nas despesas da casa, vendendo mangas na feira da cidade da Baixada Fluminense.
O sambista integrava a ala de compositores da Azul e branco desde 1950. É dele a autoria de sambas clássicos que exaltam a escola, como “Passado de glória”, um dos “esquentas” obrigatórios da Portela antes de entrar na Avenida. O primeiro disco solo veio em 1976, com temas como “O quitandeiro” (com Paulo da Portela) e “Lenço” (com Francisco Santana). Outros de seus sucessos são “Triste desventura”, “Vai vadiar” e “Coração em desalinho”, essas duas últimas se tornaram grandes sucessos na voz do também portelense Zeca Pagodinho.
O Globo
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