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medidas cautelares

Solto, Coriolano terá que se apresentar ao TJPB

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publicado em 20/02/2020 às 18h21
atualizado em 21/02/2020 às 05h46
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Audiência de Custódia de Coriolano Coutinho. Foto: Maurílio Júnior/MaisPB

Ao conceder o habeas corpus ao irmão o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), Coriolano Coutinho, e a outros investigados na Operação Calvário, a ministra Laurita Vaz, relatora da ação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), impôs medidas cautelares.

Além de Coriolano, foram beneficiados os empresários Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, Márcio Nogueira Vignoli e Hilário Ananias Queiroz Nogueira.

Segundo o despacho, que a reportagem do Portal MaisPB teve acesso, os investigados terão que se apresentar de forma periódica na Justiça da Paraíba, não manter contato com outros alvos da Operação Calvário e sair do estado sem autorização judicial.

Eles também deverão ser afastados de qualquer atividade de natureza econômica ou financeira que era exercida no Estado e também no município de João Pessoa que tenha relação com os fatos apurados durante a investigação. A ministra também proibiu o exercício de qualquer função pública.

O relator da Operação Calvário no Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Ricardo Vital de Almeida, também poderá fixar outras medidas cautelares.

Habeas corpus a investigados

Além de Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), a ministra Laurita Vaz, relatora da Operação Calvário no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mandou soltar nesta quinta-feira (20) Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, Márcio Nogueira Vignoli e Hilário Ananias Queiroz Nogueira.

A soltura de ambos é resultado do pedido de extensão da decisão do STJ em manter livre o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

Eles foram presos no dia 17 de dezembro do ano passado na sétima fase da Operação Calvário, a mesma que prendeu o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

Maurílio Júnior e Wallison Bezerra – MaisPB