João Pessoa, 24 de julho de 2018 | --ºC / --ºC
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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) afirmou, hoje (23), que o acordo entre o Centrão e a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) facilita alianças nos Estados, inclusive na Paraíba, mas a reprodução do entendimento não é automático.
“Muitas vezes alianças formadas nacionalmente não se replicam nos estados. Não é uma engajamento automático e isso pode não acontecer. Pode ajudar, facilitar mas quer dizer que necessariamente vai acontecer”, explicou o senador tucano, durante entrevista ao Arapuan Verdade, da Arapuan FM.
Cássio ainda defendeu a candidatura de Alckmin sob o argumento de que o tucano é o mais preparado para propiciar um ambiente de pacificação ao país.
Questionado sobre os impactos de investigações sobre membros do seu partido, Cunha Lima revelou ter se decepcionado com Aécio Neves. “Mas não posso ser prejudicado pelos outros. Todo mundo tem quer ser investigado. Ninguém está acima da lei”, opinou.
“Lucélio vem sem ranço”
Na Paraíba, o PSDB apoia a pré-candidatura de Lucélio Cartaxo ao Governo do Estado. Para Cássio, o representante do PV chega para a disputa de outubro sem ranços.
“Até porque quatro anos atrás Ricardo (Coutinho) e João (Azevêdo) votavam em Lucélio, quando ele disputou o Senado pela chapa do PSB. Não podem dizer que em quatro anos ele não presta mais”, ironizou.
O senador ainda mirou críticas no deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, pré-candidato ao Senado pelo PSB, a quem acusou de ser incoerente.
“Incoerência foi de quem era do Governo do PT e votou pelo impeachment de Dilma. Eu estava na oposição e fui coerente. Na semana do impeachment (da ex-presidente Dilma Rousseff), Veneziano tinha cargos no governo (Ana Cláudia Vital presidia a Funasa)”, afirmou, ao se referir ao voto favorável de Veneziano ao afastamento da petista.
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