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REFORMAS

Pedro quer fim da granja e extinção de Secretarias

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publicado em 05/06/2018 ás 15h56
atualizado em 05/06/2018 ás 15h57

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) voltou a defender o corte de regalias do Governo do Estado, principalmente com os gastos na Granja Santana, residência oficial dos governadores. Segundo levantamento do Sistema Sagres do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), nos últimos 13 meses foram pagos mais R$ 1,3 milhão de recursos públicos para a manutenção do local.

O parlamentar também defendeu a extinção de algumas secretarias a exemplo do Escritório de Representação em Brasília.

“O governador pede sacrifício à população, aumenta impostos em tudo, mas não faz a sua parte. Ricardo tem um apego à Granja Santana, a uma condição de privilégio que lesa o cidadão. É correto você, com seu trabalho, pagar mais uma mordomia?”, questionou o deputado.

Pedro defendeu a proposta apresentada pelo pré-candidato a governador do Estado, Lucélio Cartaxo (PV), de transformar a Granja Santana em um Parque Jardim e a residência em um Museu da Inovação, ambos espaços públicos abertos à população.

“Não há mais sentido o povo bancar a casa, a comida, as festas e os materiais de uso pessoal do governador. É preciso uma reforma ampla e geral máquina pública, que passe pela extinção desse tipo de regalias e de privilégios. É preciso um reset nisso tudo”, insistiu.

Na Câmara Federal, Pedro defende medidas para diminuição dos gastos púbicos como a redução em 50% no custo de gabinete, extinção do Jornal da Câmara (versão impressa), reestruturação das funções comissionadas e fim dos cargos de suplentes da mesa diretora.

Pedro tem defendido uma reestruturação na máquina pública com o fim dos privilégios e gastos excessivos em todos os governos. Ele lembrou ainda que já está fazendo sua parte com economias feitas no gabinete ao renunciar o auxílio moradia e o aumento da verba indenizatória – Cotão.

O deputado tem um número reduzido de funcionários em seu gabinete e faz um corte de quase 40% no custo total do Gabinete e economizou mais de R$ 2 milhões desde o primeiro mês do mandato.

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