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Cássio diz que Dilma tentou “limpar cena do crime”

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publicado em 23/06/2016 às 16h18
atualizado em 23/06/2016 às 15h42
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Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Durante reunião da Comissão Especial de Impeachment, o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, acusou, nesta quinta-feira (23), a presidente Dilma Rousseff de tentar “limpar a cena do crime”, com a criação do PLN-5  encaminhado ao Congresso em 2015. A proposta era reduzir de 1,1% para 0,15% a meta de superavit primário para  o ano passado.

De acordo com Cássio, o governo já sabia que não estava cumprindo a meta e portanto não poderia emitir os decretos sem autorização legislativa.

Hoje os senadores ouviram a ex-secretária de Orçamento Federal  Esther Dweck que garantiu que os decretos foram legais e que não houve  aumento de despesas.

Ainda durante a reunião, o tucano alegou que a defesa da presidente Dilma está tentando procrastinar a votação do impeachment da petista na Casa.

Durante reunião hoje da Comissão Especial do impeachment, Cássio disse que a defesa de Dilma arrolou 40 testemunhas.

“Ninguém aguenta  mais a tentativa de procrastinação da defesa. São tantos crimes que arrolaram 40 testemunhas”, postou Cássio nas redes sociais.

Cássio alegou também que houve também muita repetição de perguntas  nas oitivas de hoje.

Roberto Targino – MaisPB

 

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