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“Quem não quer ser ameaçado, não seja polícia”, adverte Eller Chaves

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publicado em 27/03/2015 ás 15h29
atualizado em 27/03/2015 ás 16h23

O comandante da Policia Militar da Paraíba, coronel Eller Chaves, comemorou, nesta sexta-feira (27), Projeto de Lei que torna crime hediondo assassinato de policial em ação. No entanto, o militar assegura o perigo é uma realidade de quem usa farda.

“A ameaça faz parte da vida policial. Quem não quiser ser ameaçado não seja polícia”, destacou o comandante.

De acordo com Euller Chaves, o policial que exerce e seu trabalho na sua essência ele pode esperar de uma forma ou de outra algum tipo de ameaça na sua história de vida profissional.

O PL que torna crime hediondo e homicídio qualificado assassinar policial, bombeiro militar, integrantes das Forças Armadas, Força de Segurança Nacional e  agentes penitenciários, quando estiverem em serviço, foi aprovado nesta quinta-feira (26) pela Câmara. A proposta que já  passou pelo Senado retorna aquela Casa porque os deputados modificaram a lei.

O projeto prevê ainda que o agravamento da pena se  estende em caso de assassinato do cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau do agente público de segurança. Nesses casos a pena será de reclusão de 12 a 30 anos, enquanto que no caso de homicídios simples a pena de reclusão varia de seis a 20 anos. O texto dos senadores não tratava de penas nos casos dos parentes dos agentes públicos.

Roberto Targino – MaisPB

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