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O presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, Lindberg Lira, se pronunciou após o Ministério Público da Paraíba (MPPB) apontar “nepotismo” e pedir que dois servidores da Casa sejam exonerados. Em nota divulgada nesse domingo (22), o gestor negou qualquer vínculo de parentesco com os comissionados.
A recomendação foi expedida no âmbito de uma investigação que apura a nomeação de Tiago Dias de Lira e Ismael Dias Rolim, apontados pelo MP como tio e sobrinho, para os cargos comissionados de Assessor Especial da Mesa Diretora e Secretário Parlamentar, respectivamente.
Na nota divulgada, o vereador Lindberg Lira afirmou que não tem relação familiar entre ele e os servidores mencionados. “É importante destacar que, embora os dois servidores sejam tio e sobrinho entre si, não possuem qualquer vínculo de parentesco com o Presidente da Câmara Municipal”.
O presidente também declarou que, “no ato de posse e durante o procedimento interno de nomeação, a informação sobre o grau de parentesco entre ambos não foi comunicada à Presidência, o que impossibilitou a identificação prévia”.
Ainda segundo a nota de Lindberg, os servidores “estão vinculados ao gabinete de outro vereador, exercendo funções administrativas e parlamentares inerentes ao referido gabinete, não estabelecendo qualquer relação de assessoramento pessoal, direto ou indireto, ao Presidente da Casa”.
“Por fim, tão logo seja formalmente notificada, a Presidência adotará as providências administrativas pertinentes e encaminhará ao Ministério Público as informações necessárias dentro do prazo estabelecido”, conclui a nota assinada pelo presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras.
MaisPB
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