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Um grupo de católicos se reuniu na tarde deste domingo (16), na frente de um hospital no Recife para protestar contra a interrupção da gravidez de uma menina de menina de 10 anos que engravidou depois de ser estuprada pelo tio de 33 anos.
Após ter o pedido negado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, em Vitória, no Espírito Santo, a criança foi levada a outro estado.
O grupo protestou, ajoelhou e cantou em frente à unidade de saúde. De braços dados, eles chamaram o médico responsável pelo procedimento de “assassino” e utilizaram a página no Instagram para divulgar imagens do ato. “Estamos aqui como igreja para dizer que Recife não é a capital do aborto, nós somos pró-vida, e queremos salvar as duas vidas.
De acordo com a Polícia Civil do Espírito Santo, a criança era vítima de estupros havia quatro anos, e o caso chegou ao conhecimento da polícia no dia 8 deste mês, quando ela deu entrada num hospital público da cidade de São Mateus, a 220 km de Vitória, com suspeita de gravidez.
A lei brasileira autoriza que um aborto seja realizado por meio do serviço público de saúde no caso de a gravidez ser resultado de um estupro, assim como nas situações de risco para a mãe ou de anencefalia do feto.
Católicos estão na frente do hospital onde a menina de 10 anos fará o aborto. O médico responsável pelo aborto foi recebido desta forma: pic.twitter.com/Av6Kfa73e4
— gui (@guilhermariae) August 16, 2020
É isso que está acontecendo: gente tentando invadir hospital onde está a criança vítima de estupro. Não pode ser. pic.twitter.com/U6QBgsCtbX
— Carolina Trevisan (@carolinatre) August 16, 2020
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