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Bolsonaro: “Auxílio emergencial pode seguir por muito tempo”

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publicado em 05/08/2020 às 11h03
atualizado em 06/08/2020 às 06h43
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, na manhã desta quarta-feira (05), que o Governo Federal não poderá seguir pagando o auxílio emergencial de R$ 600 por muito tempo “porque a economia tem que funcionar”. A declaração foi dada a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília.

De acordo com o presidente, o auxílio tem um custo de aproximadamente R$ 50 bilhões por mês aos cofres públicos. Bolsonaro criticou, ainda, governadores que insistem em manter tudo fechado por causa da pandemia do coronavírus.

A declaração ocorreu depois que um apoiador agradeceu o presidente pelo auxílio emergencial de R$ 600, ao qual atribuiu o fato de não ter faltado comida na sua casa.

— Começou a pagar a quarta parcela e tem a quinta. Não dá para continuar muito, porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que funcionar. E alguns governadores, alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado — comentou o presidente.

Auxiliares de Bolsonaro analisam a possibilidade de ampliar o auxílio até dezembro, já que não há uma certeza sobre à duração dos efeitos da pandemia para a economia brasileira. O ministro da Economia, Paulo Guedes, porém, acredita que o valor das parcelas adicionais precisa ser inferir aos R$ 600 que são pagos hoje.

MaisPB

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