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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Se eu fosse prefeito (IV)

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publicado em 28/02/2020 às 08h57
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Mais uma questão que aqui vamos focar e que, em relação à mesma, podem algumas pessoas ponderar que, na dimensão que expomos, não haveria competência por parte da Prefeitura para solucioná-la. Referimo-nos ao centro da área central da cidade de João Pessoa, a Praça Vidal de Negreiros, lugar mais conhecido como o Ponto de Cem Réis e que há algum tempo está estruturalmente abandonado, embora seja palco de vários eventos, inclusive “shows” musicais.

Em fins do ano passado a Prefeitura local adotou importante medida que envolve aquele lugar, ou seja, emitiu decreto de desapropriação do prédio mais conhecido como “Edifício Nações Unidas” para nele instalar um “Shopping” Popular. Como dissemos, é uma importante medida. Entretanto, não contempla o resgate do Ponto de Cem Réis em sua dimensão histórica, cultural e socioeconômica. E para esse resgate são indispensáveis aquelas ações que tanto temos reivindicado: ações interinstitucionais ou intergovernamentais, porquanto esse resgate de um ponto tão emblemático para a cidade, como o é o Ponto de Cem Réis, implica também em “salvar” o antigo prédio do IPASE e dar-lhe destinação condicente; articular-se com os responsáveis pelo Edifício Régis para sua recuperação, inclusive estabelecendo algum incentivo oficial nesse sentido; idem idem em relação àqueles outros prédios que ficam bem em frente ao antigo Paraíba Palace Hotel, prédio este hoje bem utilizado pela Assembleia Legislativa.

Para tanto – repetimos, precisa praticar-se a interinstitucionalidade, a intergovernabilidade, cabendo, neste caso, a iniciativa por parte da Prefeitura da cidade, obviamente buscando em primeiro lugar a Assembleia Legislativa e em seguida o Poder Executivo do Estado, e, ainda, nossa bancada federal. Todos, certamente, abraçariam esta causa. Falta, só, quem tome a iniciativa. Entendo caber à Prefeitura.

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