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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Se eu fosse prefeito (I)

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publicado em 05/02/2020 às 14h32
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O que está no título destes escritos corresponde, apenas, a um devaneio, sem que haja, portanto, qualquer pretensão para tal, vez que nem tenho nem quero ter vinculação político-partidária e muito menos possuo disposição para enfrentar uma campanha eleitoral dessa natureza. E – como veiculado recentemente em programa radiofônico daqui de João Pessoa – já estão sendo ventilados cerca de vinte bons nomes que se dispõem candidatar-se à Prefeitura da capital paraibana.

O que me move, mesmo, com este texto, nesta parte e nas subsequentes, é, como cidadão, dar alguns “palpites” relacionados ao comando de uma administração municipal, isto na expectativa de que sejam apreciados por quem se invista na complexa e incompreendida missão de prefeito, neste caso tendo por referência a cidade de João Pessoa, mas aplicáveis a qualquer outro município.

E como nesta primeira parte um bom espaço desta coluna já está ocupada, reporto-me, em breve comentário,a uma questão que aflige a todos: as vias da cidade com maior fluxo de trânsito. Elas (estas vias) constituem-se em um dos aspectos que mais exigem ação integrada entre o governo municipal, governo estadual e, algumas vezes, até o governo federal. Não pode a Prefeitura ficar naquele “olhar só pro seu próprio umbigo” como a imaginar que assim se apropriará sozinha dos loiros da realização e atrairá para si, só para si, os aplausos e votos decorrentes.

As ações relacionadas às vias e consequente trânsito não só dependem, portanto, de umaSemob. Há um Detran, também, que atua nesse setor. E até em relação a uma rodovia como a BR-230, que passa por dentro de João Pessoa, há órgãos federais envolvidos(DNIT e PRF). E ainda háuma CAGEPA com seus bueiros nos percursos de cada artéria municipal.É indispensável, pois, integração nessas ações, ou – como outros preferem -interinstitucionalidade  governamental. E como cada esferafica aguardando a iniciativa da outra, sem que nenhuma tome tal iniciativa, entendo que nestes assuntos relativos às vias da cidade, sejam elas diretamente gerenciadas por órgão estadual ou federal, cabe, sim, aos dirigentes municipais essa tomada de iniciativa, porquanto correspondem a ações do interesse de seus habitantes.

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