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Estudantes contribuem para solução de problemas

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publicado em 03/08/2019 ás 16h10
(Foto: Reprodução TV Brasil)

Conhecer problemas de municípios pequenos no interior do país e propor alternativas para solucioná-los com a participação da comunidade. Este é o objetivo do Projeto Rondon que, durante o mês de julho, realizou duas operações: uma no interior do Piauí e outra no Acre. O projeto envolve a participação de estudantes universitários que, após diagnosticarem as demandas de cada município, desenvolvem oficinas para serem aplicadas localmente.

A Operação João de Barro ocorreu ao longo de duas semanas, em 12 municípios do sertão do Piauí: Arraial, Barra D’ Alcântara, Cajazeiras do Piauí, Dom Expedito Lopes, Francinópolis, Francisco Ayres, Inhuma, Novo Oriente do Piauí, Paquetá, Santa Rosa do Piauí, São José do Piauí, Várzea Grande. Cerca de 250 rondonistas, entre professores e estudantes de universidades de várias partes do país, participaram das atividades.

Com a mesma quantidade de rondonistas e mesmo tempo de duração, a Operação Vale do Acre atendeu 12 municípios do interior do Acre: Acrelândia, Assis Brasil, Brasileia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Feijó, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri.

O projeto

O projeto é inspirado em Cândido Mariano Rondon, o Marechal Rondon. Personalidade histórica, ele explorou uma parte do país até então desconhecida, fez contato com etnias indígenas e com suas viagens ajudou a detalhar o mapa do Brasil. O projeto Rondon aconteceu pela primeira vez em 1967, foi extinto em 1989 e voltou a acontecer em 2005, sob coordenação do Ministério da Defesa.

Desde a retomada até o final destas duas operações de julho de 2019, 23.905 rondonistas de mais de 2,4 mil instituições de ensino superior do país participaram do projeto atendendo 1.261 municípios. Somente na Operação Vale do Acre foram emitidos 14.997 certificados para a população local envolvida nas oficinas do Projeto. Na Operação João de Barro, no Piauí, foram 14.437 certificados.

Desde o começo do ano, as universidades selecionadas para participar das duas operações vinham preparando as oficinas que, no mês de julho, foram aplicadas nas comunidades locais.

Agência Brasil