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CRISE EM JACARÉ

Polêmica atrapalha principal atração turística do fim da tarde na Paraíba

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publicado em 02/02/2014 ás 09h16

 Uma das principais atrações turísticas da Paraíba, o pôr do sol da Praia do Jacaré, em Cabedelo, tem sido alvo de polêmica nas últimas semanas. Proprietários e clientes de bares e restaurantes do local têm reclamado que os catamarãs estão atrapalhando a visão do espetáculo para quem não está nas embarcações. O impasse culminou em um protesto do músico Jurandy do Sax, que ficou insatisfeito com a situação e não tocou o tradicional Bolero de Ravel, na última segunda-feira, 27.

Desde então, os envolvidos têm realizado reuniões para chegar a um consenso. Um dos pontos acordados é que os catamarãs não fiquem à frente dos bares e restaurantes durante a execução do Bolero de Ravel para não atrapalhar a visão dos clientes. Apesar disso, na última sexta-feira, ainda foi possível presenciar algumas embarcações impedindo a visão em alguns pontos. “Esta é a segunda vez que venho aqui, a primeira foi há uns cinco anos. Agora, está muito mais concorrido e temos que ficar procurando uma posição que a gente consiga ver no melhor ângulo possível, sem que nenhum barco interfira”, lamentou o turista catarinense Ronaldo Borges.

Segundo o presidente da Comissão Representativa do Polo Cultural e Gastronômico do Jacaré, Clenildo Costa, que também é proprietário de um restaurante no local, a maioria dos clientes não sai satisfeito com o espetáculo. “Eles não conseguem ter a visão que esperam por causa das embarcações. Só quem consegue ter essa visão perfeita são aqueles que estão nos catamarãs. Temos que conversar e chegar a um consenso que seja bom para todos, até porque o movimento tem caído nos bares e restaurantes”, reclamou.

O presidente do Sindicato dos Guias de Turismo da Paraíba, Genilton Pessoa, afirmou que os donos dos catamarãs estão sendo orientados a sair da área em frente aos bares e restaurantes, de tal forma que todos consigam acompanhar o pôr do sol. “É preciso ter sensibilidade e bom senso para chegarmos a um denominador comum”, concluiu.

Matéria completa no Jornal Correio da Paraíba deste domingo 

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