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Eliza aplaude e Raoni lamenta cura gay

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publicado em 19/09/2017 às 10h58
atualizado em 19/09/2017 às 11h41
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Os deputados estaduais Raoni Mendes (DEM) e Eliza Virgínia (PSDB) divergiram, na manhã desta terça-feira (19), de liminar do juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemr Cláudio de Carvalho que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999.  Enquanto a tucana aplaudiu a decisão, o democrata lamentou o ato do magistrado.

“Eu achei bravísssimo. Uma decisão acertadíssima porque no Brasil com todo esse ativismo gay está acontecendo uma ditadura que está privando os brasileiros de fazerem o que querem. Se eu como cidadã que tenho plano de saúde ou pelo SUS quero ir ao médico e ao psicólogo para ter uma conversa sobre minha orientação sexual, ou seja, lá o que for eu tenho que ser livre para escolher”, afirmou.

De acordo com Eliza Virgínia se pode acontecer homoterapia e acompanhamento psicológico para intervenções cirúrgicas para sair de hetero para homo também deve ser permitido para o movimento contrário.

Confira vídeo

Raoni Mendes vê no debate um retrocesso no avanço do que já foi conquistado na questão do respeito ao próximo.  Para ele, é necessário aceitar os pensamentos contrários e trabalhar pela dignidade da pessoa humana.

“É lamentável que nos avanços que nós temos no respeito ao próximo está retrocedendo em debates como esse”, destacou.

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