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Mulher pode abortar e não saber; Confira 11 mitos e verdades

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publicado em 07/06/2014 ás 09h27

 No início da semana, a apresentadora Giuliana Rancic anunciou que a barriga de aluguel que contratou com o marido, Bill Rancic, sofreu um aborto espontâneo com apenas nove semanas de gravidez. A própria Giuliana já havia perdido um bebê em 2010, antes de ser diagnosticada com câncer de mama e recorrer à barriga de aluguel pela primeira vez, para dar à luz o primeiro filho, que nasceu em 2012.

Para derrubar mitos sobre os abortos naturais, o site Health conversou com especialistas e listou 11 fatos sobre o assunto. "Como é uma situação comum, as mulheres precisam estar cientes de que pode acontecer com elas", disse a média Teresa Berg, diretora do Maternal_Fetal Center na University of Nebraska, à publicação. "E só porque você já sofreu um, não significa que não vá acontecer de novo", completou. Veja a seguir:

Abortos acontecem frequentemente – A estatística mais comumente citada é de que 15% das gravidezes terminam em aborto espontâneo, que também é chamado de "aborto natural", "perda de gravidez" e "interrupção precore da gravidez". Mas os testes disponíveis atualmente, que são extra-sensíveis, indicam que o número pode chegar a 30%.

Eles acontecem bem cedo – A definição de "aborto natural" é uma gravidez interrompida com até 20 semanas, mas quase todos acontecem antes de chegar na marca de 12 semanas. É por isso que alguns médicos aconselham os pais a esperarem até o segundo trimestre de gestação para espalhar a notícia. Quando a gravidez é interrompida depois de 20 semanas, costuma-se chamar de "natimorto".

Você pode não saber que sofreu um aborto – "É possível abortar nos 10 primeiros dias de concepção e confundir o sangue com menstruação", diz Berg. O sangramento é um sintoma comum do aborto, assim como cólicas fortes. Se você sabe que está grávida e percebe os dois sintomas, procurae o hospital para evitar as duas possíveis complicações de um aborto: hemorragia e infecções.

Não é culpa da mãe – A maioria dos abortos acontece por causa de anomalias genéticas no embrião. Não há nenhuma maneira de prevê-lo ou previni-lo — eles simplesmente acontecem.

Mulheres mais velhas têm mais chances de abortar – Interrupções da gravidez tornam-se mais comuns conforme as mulheres envelhecem. Isso porque, com o envelhecimento dos óvulos, crescem as chances de anomalias genéticas.

Tratamentos de fertilidade podem aumentar o risco de aborto – É apenas uma hipóstese porque, mesmo se for comprovado, o aumento não é tão considerável e há outros fatores a serem observados – por exemplo: quem procura os tratamentos são mulheres mais velhas ou com algum problema prévio de fertilidade. Se você tem mais de 40 e está tentando engravidar, as chances de ser bem-sucedida são maiores se optar pelos óvulos de uma mulher mais nova.

Seu peso importa – Ser muito magra ou muito gorda pode aumentar as chances de aborto. Diabetes também traz mais riscos, mas só se a condição não for bem controlada: se você checa os níveis de açúcar do sangue e os mantém dentro do padrão, corre tanto risco quanto uma mulher não-diabética.

Fumar é um fator de risco – Mulheres que fumam têm mais chance de sofrer aborto, então inclua este item à longa lista de razões para não aderir ao tabagismo — estando grávida ou não.

Mas sexo não é – É um mito comum de que relações sexuais podem aumentar o risco de perder o bebê. Exatamente isso: um mito. Também não faz sentido culpar os exercícios físicos ou o trabalho.

Um aborto não significa vários abortos – Muitas mulheres que tiveram a gravidez interrompida podem ter um ou mais filhos. Na verdade, os médicos geralmente não procuram por razões preocupantes para o aborto, a não ser que ele aconteça duas ou mais vezes.

Terra

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