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Tovar diz que crise não impediu reajuste em Campina Grande

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publicado em 24/02/2016 às 11h56
atualizado em 24/02/2016 às 11h24
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Deputado estadual, Tovar Correia Lima (PSDB)

O deputado estadual, Tovar Correia Lima (PSDB), usou a tribuna na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta quarta-feira (24), para criticar a Medida Provisória 242, editada pelo Governo do Estado, que suspendeu os reajustes das remunerações e subsídios dos servidores ativos civis e militares da administração direta e indireta, inclusive, dos proventos dos servidores inativos e pensionistas. Ele também fez um comparativo com o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), que a pesar da crise concedeu reajuste de 11,36% para os professores do município.

“O que leva um gestor a penalizar o maior bem que o Poder Público tem, que são seus servidores? A justificativa para tal ato é a crise que o País enfrenta. Ora, a crise já era esperada e o que falta para o nosso Executivo é planejamento e sensibilidade para elencar prioridades”, comentou.

De acordo com Tovar, na Rainha da Borborema se tem o exemplo de que a crise não é justificativa para penalizar o servidor público. “O gestor preferiu diminuir gastos e poupar os servidores, como tem que ser feito. Romero foi um dos primeiros gestores do Estado a reduzir o próprio salário e de seus secretários, além de cortar despesas para se adequar aos tempos de crise”, disse.

O parlamentar destacou que em relação ao governo do Estado, nenhuma medida mais efetiva foi adotada. Ele disse que já usou a tribuna para denuncia que a folha de pessoal do Governo está inchada por conta de codificados e prestadores de serviço, e o governador não dá a devida importância ao servidor efetivo, que mais uma vez vai ficar sem o reajuste em seus salários.

Tovar questionou os gastos que poderiam desnecessários que poderiam ser reduzidos como os da Granja Santana, renúncia fiscal em período eleitoral e distribuição de dinheiro público no Empreender, sem seguir critérios e sem acompanhamento ou cobrança de pagamentos. “Existem muitos gastos que poderiam ser cortados para que o servidor não pagasse pela desorganização e falta de planejamento”, destacou.

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