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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]
Bateu, valeu, doeu. Morreu. Andando pelos espelhos de Narciso, de sol a sol, esbarro numa semideusa na calçada da Academia Paraibana de Letras e logo me veio o assombro,... Continuar Lendo
Isso mesmo. Não se reparte. O que passou, já foi. Quando o presente se define como o ‘depois de’, há um vazio que anda de mãos dadas, e quando o... Continuar Lendo
Carícias são próprias da felicidade, carícias me enchem de saudade. Caricias nunca quis casar com Seu Aborrecido. Nunca. Caricias são coisas belas, que saltam e chegam à pele. Volto... Continuar Lendo
Na rede das coisas precisas, onde estou detido pelo tempo para o prazer da leitura, em mãos o livro “A Travessia de Walter Benjamin”, romance de Jay Parini, da editora Record.... Continuar Lendo
Na rede das coisas precisas, onde estou detido pelo tempo para o prazer da leitura, em mãos o livro “A Travessia de Walter Benjamin”, romance de Jay Parini, da editora Record.... Continuar Lendo
O que de melhor há numa amizade é dividir emoções e a(fé)tos. Quando vi as imagens de Germano Toscano e Teresa, o filho Rodrigo e a mulher Michelline... Continuar Lendo
(dedicado a desembargadora Fátima Bezerra) Eu não sou besta, “besta é tu, não viver esse mundo”. Não, essa ideia invoca a simbiose simbólica que se estabelece entre uma coisa... Continuar Lendo
Frida Kahlo escreveu 39 palavras sobre a poetisa e escritora brasileira Adalgisa Nery. Elas eram amigas. Entre os vocábulos – alumbre, amor, aroma, antena, abismo e azul. Recebi da... Continuar Lendo
Eu estava sentado no último banco da Igreja da Misericórdia, (centro da cidade) coberta por uma pequena pintura (foto) que lembra afresco, uma grande cúpula de poucos personagens. Não... Continuar Lendo
Duas crianças lindas, dois meninos, na companhia da mãe, no Mercado de Tambaú, que respondia quando eles apontavam para tal coisa – “isso é macaxeira, isso é abacate, isso... Continuar Lendo
No supermercado escuto João Gilberto cantando “Sampa” e sua voz se amplia na ala dos sorvetes. Pensei num samba da saúde mental. Que tal? Uma mulher grita na fila... Continuar Lendo
Vi a mãe chorando e o menino calado. O menino ganhou e a mãe não fez o jogo. Isto depois, que sabemos fazer um a felicidade ilusória do outro,... Continuar Lendo
Às vezes sou Adriano de Marguerite Yourcenar, um rosto, um corpo. Às vezes estou no supermercado comprando pão e uvas sem sementes. Às vezes o couro e o osso,... Continuar Lendo
Meu pai gostava de Pelé. Ele assistia aos jogos da copa de 1970 pelo rádio, numa cidade bem distante do mundo, onde nasci, no sertão. Meu pai gritava gol... Continuar Lendo
Bom dia Alexa, manda a visita ir embora. Não me deram fones de ouvido e eu vou ficando mouco, ouvindo o que não quero: repetições, reclamações, coisas de mãe.... Continuar Lendo