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Após plenárias do ODE, Nabor defende Senado “mais próximo das pessoas”

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publicado em 09/05/2026 ás 18h17
atualizado em 09/05/2026 ás 19h26
Nabor Wanderley, durante audiência do Orçamento Democrático, em Itaporanga

O pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), acompanhou durante os últimos três dias a agenda do Orçamento Democrático Estadual (ODE 2026), ao lado do governador Lucas Ribeiro (PP) e do ex-governador João Azevêdo. Nabor defendeu um modelo de gestão baseado na escuta popular e na presença permanente junto aos municípios paraibanos.

“Eu quero levar para Brasília essa experiência de quem governou ouvindo, planejando e entregando resultados. O Senado precisa estar mais próximo das cidades e das pessoas”, disse o ex-prefeito de Patos, lembrando que, quando gestor da cidade, “mostramos que quando o povo participa, a cidade avança de forma mais organizada, eficiente e justa.

“Ouvir as pessoas não é apenas um gesto político. É a maneira correta de governar”, enfatizou o presidente estadual do Republicanos.

A agenda de Nabor começou na quinta-feira (7), no Alto Sertão, com passagens por Uiraúna, Bom Jesus, Cachoeira dos Índios e Cajazeiras. Na ocasião, o chefe do executivo realizou visitas em obras, inaugurações, anúncios de investimentos e ações nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e segurança hídrica.

Na sexta-feira (8), o ex-prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, seguiu na estrada para percorrer municípios do Vale do Piancó, mais uma vez integrando a comitiva que acompanhava o Governador da Paraíba, passando por Conceição, Ibiara, Santana de Mangueira, Curral Velho, Bom Jesus e Itaporanga, onde houve a solenidade de entrega da nova adutora do sistema integrado Itaporanga/Nova Olinda/Pedra Branca e visita às obras do Residencial Itaporanga.

Neste sábado (9), a agenda seguiu pelo Sertão paraibano, com compromissos em Juru, Tavares, São José de Princesa e Princesa Isabel com a plenária do ODE em Princesa Isabel, reunindo representantes da 11ª Região Geoadministrativa.

Para Nabor, o Orçamento Democrático representa um modelo de gestão que aproxima o poder público da realidade das cidades e fortalece investimentos construídos a partir das prioridades da população.

“É ouvindo as pessoas que a gente consegue planejar melhor, definir prioridades e fazer o investimento chegar onde realmente precisa. Quem vive nos municípios conhece a realidade e ajuda a apontar os caminhos”, afirmou.

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