Em nota, a Energisa informou que a ligação clandestina teria energizado estruturas metálicas usadas na sinalização do evento. A empresa ressaltou ainda que instalações provisórias devem ser feitas exclusivamente por profissionais autorizados, seguindo padrões técnicos e de segurança adequados.
A Prefeitura Municipal de Guarabira também se manifestou sobre o caso. Foi divulgada uma nota lamentando as mortes e se solidarizando com os familiares das duas vítimas e, “de forma especial”, registrou uma homenagem ao organizador da corrida, Washington Gonçalves.
Sobre o caso
Uma das vítimas seria o próprio organizador da corrida, identificado por Washington Gonçalves, de 42 anos, enquanto a outra pessoa morta, identificada como Antônio Felipe da Silva Junior, de 36 anos, estaria trabalhando no evento. Horas antes, o empresário publicou alguns vídeos nas redes sociais mostrando a chuva horas antes da corrida, mas garantindo que haveria o evento.
Um participante da corrida relatou que sentiu uma descarga elétrica ao encostar em uma grade e, em seguida, entrou em contato com o organizador para alertar sobre o risco. Durante a ligação, segundo ele, as vítimas acabaram sendo eletrocutadas.
Segundo a Polícia Militar, a guarnição presente no local identificou água empoçada no ponto onde o incidente aconteceu. Uma perícia foi realizada no local e as causas do incidente seguem em investigação.
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