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Surto de gripe: lojistas precisam driblar enxurrada de atestados

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publicado em 13/01/2022 às 18h00
atualizado em 14/01/2022 às 06h36
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O avanço e alto contágio da gripe H3N2 têm levado lojas de João Pessoa a enfrentar dificuldades para manter o funcionamento normal. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas da Capital, empresários informaram à entidade que há registros consideráveis de funcionários contaminados.

Ao Portal MaisPB, o vice-presidente da CDL, Sério Miranda, relatou que o problema tem sido constatado principalmente em shoppings onde. os estabelecimentos precisam funcionar por mais tempo. Os atestados médicos têm mantido os funcionários, em média, afastados dos serviços por três ou seis dias, dependendo de cada caso.

“Algumas lojas de shoppings que têm um horário mais extenso estão sofrendo mais com a falta de funcionários. Como tem que se estender até às 22h da noite, [as empresas] estão com dificuldade de manter as lojas abertas”,  afirmou.

Para Sérgio Miranda, o surto de H3N2 também tem aumentado as dificuldades que as empresas já enfrentam com a pandemia do novo coronavírus desde 2020.

“Dificuldades financeiras de honrar com suas as suas compras. Quando chega uma gripe que deixa sem um funcionamento total, prejudica a sociedade como um todo. Vai ser menos geração de impostos, mais gente penduradas em INSS por alguém que tenha alguma comorbidade. Mas é um fator natural que as lojas tem enfrentado de peito aberto”, destacou.

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